The Netherlands takes 2nd place in 2018 Global Innovation Index

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The Netherlands has moved up to second place on this year’s Global Innovation Index (GII), by Cornell University, INSEAD and the World Intellectual Property Organization. The GII ranks the innovation performance of almost 130 economies from around the world.

Global Innovation Index

This year marks the 11th edition of the GII, which reviews 126 economies. The theme of the 2018 edition is “Energizing the World with Innovation”. This edition looks at the energy innovation landscape of the coming decade and possible breakthroughs that could be made in the areas of consumption, distribution, storage and energy production.

To assess countries, the GII uses 80 indicators that then fall under seven pillars. The average score of the first five pillars equals the Input Sub-Index and the average score of the last two pillars makes up the Output Sub-Index. Each pillar has three sub-pillars with a varying number of indicators. The pillars are as follows:

  • Institutions
  • Human capital and research
  • Infrastructure
  • Market sophistication
  • Business sophistication
  • Knowledge and technology outputs
  • Creative outputs

The GII also reports on a country’s strengths and weaknesses. Strengths are those with a percent rank greater than the 10th largest percent rank among the 80 indicators in that particular economy. Weaknesses are percent ranks lower than the 10th smallest percent rank. As the strengths and weaknesses of a country are solely determined on that country’s data, the same value may be considered a strength for one country and a weakness for another.

The Netherlands in the top

The Netherlands has climbed one place this year, surpassing Sweden, to make it to the second spot on the GII.

Dutch strengths

In particular, the Netherlands scores highly when it comes to business sophistication, ranking first place for this pillar. Other areas in which the country does well are knowledge and technology outputs and creative outputs, ranking in second and third place for these pillars respectively.

In addition to the three highly ranked pillars, strengths are exhibited on the logistics performance indicator and the sub-pillars of information and communication technologies and business environment. The Netherlands also displays strengths relative to the top 25 GII economies in the sub-pillars of education, knowledge absorption, online creativity and knowledge diffusion, as well as on several other indicators.

Dutch weaknesses

In terms of weaknesses, in the Netherlands’ case, they don’t tend to appear on sub-pillars, but rather reserve themselves for certain indicators, such as ease of getting credit and cost of redundancy dismissal, salary weeks. The exception to this is the sub-pillar of tertiary education, which is deemed a weakness.

Top 10 innovative countries

The number one country this year was Switzerland, which also took first place in 2017. The Netherlands came in second and was followed by Sweden, which dropped a place this year. In fourth place was the United Kingdom, climbing a place this year, and in fifth place, Singapore, moving up two places. The top 10 countries are as follows.

  1. Switzerland
  2. The Netherlands
  3. Sweden
  4. United Kingdom
  5. Singapore
  6. United States of America
  7. Finland
  8. Denmark
  9. Germany
  10. Ireland

For more information, please see the Global Innovation Index website.

Source: I Am Expat

Holanda sobe para o 2º lugar no Índice Global de Inovação 2018

A Holanda subiu para o segundo lugar no Índice Global de Inovação (GII – Global Innovation Index) deste ano, pela Universidade de Cornell, INSEAD e Organização Mundial de Propriedade Intelectual. O GII classifica o desempenho de inovação de quase 130 economias de todo o mundo.

Índice Global de Inovação

Este ano marca a 11ª edição do GII, que analisa 126 economias. O tema da edição de 2018 é “Energizando o Mundo com Inovação”. Esta edição analisa o panorama de inovação energética da próxima década e os possíveis avanços que podem ser alcançados nas áreas de consumo, distribuição, armazenamento e produção de energia.

Para avaliar os países, o GII usa 80 indicadores que, então, se enquadram em sete pilares. A pontuação média dos cinco primeiros pilares é igual ao sub-índice de entrada e a pontuação média dos dois últimos pilares compõe o sub-índice de saída. Cada pilar tem três sub-pilares com um número variável de indicadores. Os pilares são os seguintes:

  • Instituições
  • Capital humano e pesquisa
  • Infraestrutura
  • Sofisticação do mercado
  • Sofisticação empresarial
  • Produção de conhecimento e tecnologia
  • Produção criativa

O GII também analisa os pontos fortes e fracos de um país. Os pontos fortes são aqueles com uma classificação percentual maior do que o 10º maior percentual entre os 80 indicadores dessa economia em particular. As fraquezas são percentuais abaixo do 10º menor percentual. Como os pontos fortes e fracos de um país são determinados exclusivamente pelos dados desse país, o mesmo valor pode ser considerado uma força para um país e uma fraqueza para outro.

A Holanda no topo

A Holanda subiu um lugar este ano, superando a Suécia, para chegar ao segundo lugar no GII.

Pontos fortes holandeses

Em particular, a Holanda tem uma pontuação alta quando se trata de sofisticação nos negócios, ocupando o primeiro lugar neste pilar. Outras áreas em que o país se sai bem são: produção de conhecimento e tecnologia, e produção criativa, ficando em segundo e terceiro lugar para esses pilares, respectivamente.

Além dos três pilares com boa classificação, destacam-se os pontos fortes do indicador de desempenho logístico e os sub-pilares das tecnologias de informação e comunicação e do ambiente de negócios. A Holanda também apresenta pontos fortes em relação às 25 principais economias do GII nos subpilares da educação, absorção de conhecimento, criatividade on-line e difusão de conhecimento, bem como em vários outros indicadores.

Pontos fracos holandeses

Em relação aos pontos fracos, no caso da Holanda, eles em geral não aparecem nos subpilares, mas se reservam para certos indicadores, como a facilidade de obter crédito e o custo de demissão, semanas salariais. A exceção é o subpilar do ensino superior, que é considerado uma fraqueza.

Top 10 países mais inovadores

O país número um este ano foi a Suíça, que também ficou em primeiro lugar em 2017. A Holanda ficou em segundo lugar e foi seguida pela Suécia, que perdeu um lugar este ano. Em quarto lugar ficou o Reino Unido, subindo um lugar este ano, e em quinto lugar, Cingapura, subindo dois lugares. Os 10 principais países são os seguintes:

  1. Suíça
  2. Holanda
  3. Suécia
  4. Reino Unido
  5. Cingapura
  6. Estados Unidos
  7. Finlândia
  8. Dinamarca
  9. Alemanha
  10. Irlanda

Para mais informações, acesse o site do Índice Global de Inovação (em inglês).

Fonte: I Am Expat

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