UK and Netherlands show Germany the way to decarbonize

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As well as powering the clean economy, creating employment and export opportunities, offshore wind cost-effectively reduces carbon emissions and helps countries meet climate change targets. Just ask the Brits and the Dutch.

Many of you will already be aware of the UK government’s commitment announced this week to conduct auctions for offshore wind that will see the country’s offshore wind capacity double by 2030.

In the UK, the government has acknowledged, offshore wind can play a major role in transforming the energy sector, producing enough clean energy to meet more than a third of the country’s electricity needs, which in turn could increase exports five-fold, create thousands of skilled jobs and reduce electricity system costs. At the same time, it can cost-effectively reduce carbon emissions to meet climate change targets.

You may not be aware that something similar but even more impressive is going to happen in the Netherlands, where a draft Climate Agreement was published earlier this month that will enable the Dutch Government to reduce greenhouse gas emissions by 49% by 2030 to meet the targets under the Paris Climate Agreement and the EU Revised Renewable Energy Directive. In addition, the Dutch Government announced it intends to take the lead in raising the European reduction target to 55% by 2030.

To achieve these goals, the Dutch Government plans to do a lot of things that are interlinked, but offshore wind and its ability to help decarbonise energy will be at the heart of many of them.

Negotiations for the Climate Act or ‘Klimaatwet’ that was recently sent to Parliament were streamlined with the 49% CO2 reduction target parcelled out among different sectors of industry: electricity, the built environment, industry, agriculture and land use and mobility. The sectors formed the main forums for discussions and negotiation.

The Climate Act proposal now being assessed by the Netherlands Environmental Assessment Agency and Statistics Netherlands has at its heart a plan to increase production of renewable electricity in the country from 17 Twhr in 2018 to 84 Twhr in 2030, of which 49 Twhr will be produced by offshore windfarms and 35 Twhr will be produced by onshore wind and solar farms.

Given the steep fall in the cost of offshore wind in the last couple of years and the introduction of zero-subsidy auctions in some countries, no subsidies for renewable electricity will be made available after 2025, although if necessary, alternative instruments may be used to secure investments (presumably somewhat like some of the ideas being considered in the UK as the wholesale price of electricity is expected to become more important in a zero-subsidry era).

In the built environment sector, the Dutch propose increasing the tax on gas and decreasing the tax on electricity to stimulate investment in insulation and sustainable heating. 75% of new housing built between 1 July 2018 and 2021 will be constructed without a connection to the natural gas grid.

Industry will see a much higher level of electrification (using some of that electricity from offshore wind) and processes such as carbon capture and storage will be used to reduce CO2 emissions in the short term. Agriculture and land use will see a reduction in methane emissions from livestock farming equivalent to 1 megaton CO2 by 2030 and a reduction in food waste by consumers of 50% in 2030.

Electrification of cars, vans, freight trains and (eventually) trucks – once again making use of green electricity from offshore wind and other forms of renewable energy – and the accelerated roll-out of charging infrastructure will make that sector more sustainable by far, as will zero-emission public transport buses as of 2030.

The Dutch Government aims to conclude the final version of the Climate Agreement by the end of 2018. Contrast this with the Netherlands’ near neighbour Germany, where industry last week once again appealed for higher targets for offshore wind (as promised by Chancellor Merkel’s coalition government), and the chancellor admitted that meeting 2030 climate targets will be “very, very challenging.”

Source: Offshore Wind Journal

Reino Unido e Holanda mostram à Alemanha o caminho para descarbonizar

Além de impulsionar a economia limpa, criar oportunidades de emprego e exportação, a energia eólica offshore reduz as emissões de carbono e ajuda os países a cumprir as metas de mudança climática. Basta perguntar aos britânicos e holandeses.

O governo do Reino Unido anunciou esta semana o compromisso de realizar leilões para a energia eólica offshore que permitirão que a capacidade eólica do país duplique até 2030.

No Reino Unido, o governo reconheceu que a energia eólica offshore pode desempenhar um papel importante na transformação do setor energético, produzindo energia limpa suficiente para atender a mais de um terço das necessidades de eletricidade do país, o que poderia aumentar as exportações em cinco vezes, criar milhares de empregos qualificados e reduzir os custos do sistema de eletricidade. Ao mesmo tempo, pode reduzir de maneira econômica as emissões de carbono para cumprir as metas de mudança climática.

Talvez você não esteja ciente de que algo semelhante, mas ainda mais impressionante, vai acontecer na Holanda, onde um acordo preliminar sobre o clima foi publicado no início deste mês que permitirá ao governo holandês reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa em 49% até 2030, ao abrigo do Acordo de Paris sobre o Clima e da Diretiva Revisada da UE sobre Energias Renováveis. Além disso, o governo holandês anunciou que pretende aumentar a meta de redução para 55% até 2030.

Para alcançar esses objetivos, o governo holandês planeja fazer muitas coisas que estão interligadas, e a energia eólica offshore e sua capacidade de ajudar a descarbonizar a energia é parte primordial deste plano.

As negociações para a Lei Climática ou “Klimaatwet” que foram recentemente enviadas ao Parlamento foram realizadas com o objetivo de reduzir em 49% a emissão de CO2 entre diferentes setores da indústria: eletricidade, ambiente construído, indústria, agricultura e uso da terra e mobilidade.

A proposta da Lei Climática que está sendo avaliada pela Agência de Avaliação Ambiental e Estatística da Holanda tem um plano para aumentar a produção de eletricidade renovável no país de 17 Twhr em 2018 para 84 Twhr em 2030, dos quais 49 Twhr serão produzidos por parques eólicos offshore e 35 Twhr serão produzidos por parques eólicos e solares terrestres.

Dada a queda acentuada do custo da energia eólica offshore nos últimos dois anos e a introdução de leilões de subsídio zero em alguns países, nenhum subsídio para eletricidade renovável será disponibilizado após 2025, embora, se necessário, instrumentos alternativos possam ser utilizados para investimentos seguros (presumivelmente um pouco como algumas das ideias sendo consideradas no Reino Unido, já que se espera que o preço de atacado da eletricidade se torne mais importante em uma era de zero subsídios).

No setor do ambiente construído, os holandeses propõem aumentar o imposto sobre o gás e diminuir o imposto sobre a eletricidade para estimular o investimento em isolamento e aquecimento sustentável. 75% das novas habitações construídas entre 1 de julho de 2018 e 2021 serão construídas sem conexão com a rede de gás natural.

A indústria verá um nível muito mais alto de eletrificação (usando parte dessa eletricidade da energia eólica offshore) e processos como captura e armazenamento de carbono serão usados para reduzir as emissões de CO2 no curto prazo. A agricultura e o uso da terra sofrerão uma redução nas emissões de metano da pecuária equivalente a 1 megatonelada de CO2 até 2030 e uma redução no desperdício de alimentos pelos consumidores de 50% em 2030.

A eletrificação de carros, vans, trens de carga e (eventualmente) caminhões – mais uma vez utilizando a eletricidade verde da energia eólica offshore e outras formas de energia renovável – e a implantação acelerada da infraestrutura de recarga tornarão esse setor mais sustentável, de longe, A partir de 2030, os ônibus de transporte público terão emissões zero.

O governo holandês pretende concluir a versão final do Acordo Climático até o final de 2018. Compare isso com a vizinha Alemanha, onde a indústria na semana passada apelou mais uma vez por alvos mais altos de energia eólica offshore (como prometido pelo governo de coalizão da chanceler Merkel), e a chanceler admitiu que o cumprimento das metas climáticas para 2030 será “muito, muito desafiador”.

Fonte: Offshore Wind Journal

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