Coffee: an old acquaintance with new opportunities!

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By Guilherme Morya, Rabobank Brasil

It is not a recent phenomenon that Brazil leads the world production and export of coffee. The country is also the second largest consumer of the product in the world, only behind the USA, and this consumption continues to grow. With this high demand, Brazilian coffee production is increasing more and more – and should reach record numbers in the 2018/19 crop, according to Rabobank.

But coffee consumption in Brazil is not only growing – it is also changing. Customers increasingly demand more quality in the production and consumption format of the product. Thus, Specialty Coffees – coffee with scores above 80 in the scale of the Specialty Coffee Association, which takes into account aspects such as flavor and aroma of the drink and quality of the grains – previously restricted to a small part of the Brazilians, gain more and more popularity and have a promising future.

Between 2012 and 2016, consumption of specialty coffees in the country grew 21% and, according to Euromonitor data, the production reached in 2016 is expected to double by 2021.

Therefore, in the coming years, the specialty coffee sector should grow with the recovery of the Brazilian economy. This means a larger market in the South and Southeast and a more significant expansion in the North and Northeast. And, of course, greater investment in digital platforms for dissemination of knowledge on the subject and marketing of products.

For the farmer, the main impact is the requirement to produce a higher quality coffee certified in social and origin matters. That is, a sustainable coffee production is ideal for this type of demand.

Today, companies of various sizes are already betting on specialty coffees with new products of different types and origins, exploring formats (like capsules) and opening coffee shops. Rabobank supports sustainable production, such as specialty coffees, and believes that this is a market worth investing in.

Source: Rabobank Brasil

Café: um antigo conhecido com novas oportunidades!

Não é de hoje que o Brasil lidera a produção e exportação mundial de café. É também o segundo maior consumidor do produto no mundo, atrás apenas dos EUA, e segue crescendo. Com essa alta demanda, a produção de café brasileiro vem aumentando cada vez mais — e deve atingir números recordes na safra de 2018/19, segundo dados do Rabobank.

Mas o consumo de café no Brasil não está apenas crescendo — está também mudando. Os clientes exigem cada vez mais qualidade na produção e no formato de consumo do produto. Assim, Cafés Especiais — os cafés com pontuação acima de 80 na escala da Speciality Coffee Association, que leva em conta aspectos como sabor e aroma da bebida e qualidade dos grãos — antes restritos a uma pequena parte dos brasileiros, ganham cada vez mais popularidade e têm um futuro promissor.
Entre 2012 e 2016, o consumo de Cafés Especiais no país cresceu 21% e, segundo dados do Euromonitor, a produção de 2016 deve dobrar até 2021.

Sendo assim, nos próximos anos, o setor de Cafés Especiais deve crescer com a recuperação da economia brasileira. Isso significa um mercado maior no Sul e Sudeste e uma expansão mais significativa nas regiões Norte e Nordeste. E, com certeza, maior investimento em plataformas digitais para difusão de conhecimento sobre o assunto e comercialização de produtos.

Já para o agricultor, o principal impacto é a exigência de produção de um café de maior qualidade e certificado em questões sociais e de origem. Ou seja, uma produção sustentável de café é ideal para esse tipo de demanda.

Hoje, empresas de vários tamanhos já estão apostando nos Cafés Especiais com novos produtos de diferentes tipos e origens, explorando formatos (como as cápsulas) e abrindo cafeterias. O Rabobank apoia a produção sustentável, como a dos Cafés Especiais, e acredita que este é um mercado em que vale a pena investir.

Fonte: Rabobank Brasil

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