Neighborhoods that grow their own food, process their own garbage, and where cars are forbidden; this is the bold idea of an urban planning project in the Netherlands

If urban mobility is your thing, the Netherlands is a good study case: the country has a tradition of adopting bikes in daily life – to the point of being part of the local imagination – and is among the countries best prepared for the introduction of autonomous vehicles. So it is not a surprise to see a region half an hour away from Amsterdam gaining vertical gardens, houses with their own orchards, no garage in sight, and even an artificial intelligence managing renewable energy systems and waste processing.

That’s what the ReGen Villages project envisions, which has just received a carte blanche from the government after issues about the terrain – previously submerged in a body of water – affected the viability of the venture last year. The earliest possible pitch of the plan? Suburbs capable of complete sustainability. “We can connect neighborhoods the way they should be connected, which is around natural resources,” says James Ehrlich, founder of ReGen Villages for Fast Company.

What about the “robot-mayor”? Its platform is to minimize the environmental footprint of the place, joining sanitation systems and electricity supply in a single software and network. The result: electric cars can naturally capture part of the suburban energy production. There will even be a blockchain-based system (the spine cord of crypto coins such as bitcoin) to record the participation of the inhabitants in solidarity actions in the neighborhood, and offer benefits accordingly.

The first of the 203 new homes should be built in the second quarter of 2019 and sold for amounts ranging from 200,000 to 850,000 euros.

The company plans to create similar villages in Sweden and Denmark and propose more economical solutions to emerging regions, although it recognizes that local laws and specificities present difficulties.

Source: QG (in Portuguese)

Vila ecológica high-tech holandesa propõe o fim dos subúrbios como os conhecemos

Bairros que plantam sua própria comida, processam seu próprio lixo e onde carros são proibidos; essa é a ideia ousada de um projeto de urbanismo na Holanda

Se sua praia é mobilidade urbana, a Holanda é um bom campo de estudo: o país tem tradição na adoção de bikes no cotidiano – a ponto de ser parte do imaginário local – e está entre os países melhor preparados para a introdução do veículo autônomo . Não estranhe então ver uma região a meia hora de Amsterdã ganhar jardins verticais, casas com seus próprios pomares, nenhuma garagem a vista e até uma inteligência artificial gerenciando sistemas de energia renovávele processamento de resíduos.

Isso é o que imagina o projeto ReGen Villages, que acabou de receber carta branca do governo depois que questões a respeito do terreno – antes submerso em um corpo d’água – afetaram a viabilidade do empreendimento no ano passado. O pitch mais breve possível do plano? Subúrbios capazes de completa sustentabilidade. “Podemos conectar bairros da maneira como eles deveriam ser conectados, que é ao redor de recursos naturais”, diz James Ehrlich, fundador da ReGen Villages para a Fast Company.

E sobre o “robô-prefeito”? Sua plataforma é diminuir o máximo possível a pegada ambiental do lugar, unindo sistemas de saneamento e abastecimento de eletricidade em um único software e rede. Resultado: carros elétricos podem naturalmente captar parte da produção energética do subúrbio. Haverá até um sistema baseado em blockchain (a coluna vertebral de moedas como o bitcoin) para registrar a participação dos habitantes em ações solidárias no bairro, e oferecer benefícios de acordo.

As primeiras das 203 novas casas devem ser construídas no segundo trimestre de 2019 e serem vendida por valores que vão dos 200 mil aos 850 mil euros (870 mil a 3,7 milhões de reais).

A companhia planeja criar vilas similares na Suécia e Dinamarca e propor soluções mais econômicas para regiões emergentes, embora reconheça que legislações e especificidades locais ofereçam dificuldades.

Fonte: QG