The first phase of the Sirius project was delivered on November 14, in Campinas (SP), in a ceremony attended by President Michel Temer. For minister Gilberto Kassab, accelerator puts the country in the “pole position” of world science.

With the presence of the President of the Republic, Michel Temer, the Minister of Science, Technology, Innovations and Communications, Gilberto Kassab inaugurated on Wednesday (14) the first stage of Sirius, the new electron accelerator of the National Research Center in Energy and Materials (CNPEM), in Campinas (SP). Started in 2012, Sirius is the largest project in Brazilian science, a state-of-the-art research infrastructure, strategic for cutting-edge scientific research and finding solutions to global problems in areas such as health, agriculture, energy and the environment. It will be an open laboratory in which the scientific and industrial communities will have access to research facilities.

“This is the true example of union for a nation. A state project, which has transcended governments and now puts us at the forefront of world science. Made entirely by Brazilians, for the sake of Brazilians. I am proud and honored to participate,” said Kassab.

He compared the quest for scientific knowledge to a car race, where “every year a country is ahead.” “With this inauguration, Brazil unquestionably wins pole position in the world of research.”

Synchrotron light

Sirius comprises a large scientific equipment, composed of three electron accelerators, whose function is to generate a special type of light: the synchrotron light. This high brightness light is able to reveal high resolution structures of the most varied organic and inorganic materials, such as proteins, viruses, rocks, plants, metal alloys and others. This first stage includes the conclusion of the civil works and the delivery of the building that houses the entire research infrastructure, in addition to the completion of the assembly of two of the three electron accelerators. The third accelerator – and also the main one – is in the process of being assembled.

Built with 100% national technology, Sirius “raises the self-esteem of the Brazilian, especially, of Brazilian science”. “Brazil wins. Brazil gains in medicine, agriculture and in any segment that is being analyzed in the field of research and science with this equipment,” said Gilberto Kassab.

Budgeted at R$1.8 billion, the project is funded by the Ministry of Science Technology, Innovations and Communications (MCTIC). So far, about R$1.12 billion has been transferred to Sirius, with R$282 million in 2018. “We would like to thank President Temer for his fundamental support so that we can reach this moment,” added the minister.

Sirius will be housed in a 68,000-square-foot building (equivalent to a football stadium). Its structure is designed and built to meet unprecedented mechanical and thermal stability standards. At Sirius, the demand for stability and vibration prevention required a floor consisting of a single piece of reinforced concrete, 90 cm thick and with a leveling accuracy of less than 10 mm. The temperature in the accelerator area shall not vary more than 0.1 degree Celsius.

“Actually, it’s an equipment that becomes a reference for all scientists in the world. Here, this will mean remarkable breakthroughs in every possible field,” said Kassab.

Source: Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações

Acelerador de partículas coloca o Brasil na fronteira do conhecimento científico

A primeira etapa do projeto Sirius foi entregue no dia 14 de novembro, em Campinas (SP), em cerimônia com a participação do presidente Michel Temer. Para o ministro Gilberto Kassab, acelerador coloca o país na “pole position” da ciência mundial.

Com a presença do presidente da República, Michel Temer, o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, inaugurou nesta quarta-feira (14) a primeira etapa do Sirius, o novo acelerador de elétrons do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP). Iniciado em 2012, o Sirius é o maior projeto da ciência brasileira, uma infraestrutura de pesquisa de última geração, estratégica para a investigação científica de ponta e para a busca de soluções para problemas globais em áreas como saúde, agricultura, energia e meio ambiente. Será um laboratório aberto, no qual as comunidades científica e industrial terão acesso às instalações de pesquisa.

“Este é o verdadeiro exemplo da união em favor de uma nação. Um projeto de Estado, que transcendeu governos e agora nos coloca na dianteira da ciência mundial. Feito totalmente por brasileiros, para o bem dos brasileiros. Tenho orgulho e me sinto honrado em participar”, disse Kassab.

Ele comparou a busca pelo conhecimento científico a uma corrida de automóveis, onde “cada ano um país está na frente”. “Com esta inauguração, o Brasil, inquestionavelmente, conquista a pole position do mundo das pesquisas.”

Luz síncrotron

O Sirius compreende um grande equipamento científico, composto por três aceleradores de elétrons, que têm como função gerar um tipo especial de luz: a luz síncrotron. Essa luz de altíssimo brilho é capaz de revelar estruturas, em alta resolução, dos mais variados materiais orgânicos e inorgânicos, como proteínas, vírus, rochas, plantas, ligas metálicas e outros. Esta primeira etapa abrange a conclusão das obras civis e a entrega do prédio que abriga toda a infraestrutura de pesquisa, além da conclusão da montagem de dois dos três aceleradores de elétrons. O terceiro acelerador – e também o principal deles – está em processo de montagem.

Construído com tecnologia 100% nacional, o Sirius “levanta a autoestima do brasileiro, em especial, da ciência brasileira”. “Ganha o Brasil. Ganha o Brasil na medicina, na agricultura e em qualquer segmento que seja ser analisado no campo da pesquisa e da ciência com esse equipamento”, ressaltou Gilberto Kassab.

Orçado em R$ 1,8 bilhão, o projeto é financiado pelo Ministério de Ciência Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Até agora, cerca de R$ 1,12 bilhão foram repassados para o Sirius, sendo R$ 282 milhões em 2018. “Gostaríamos de agradecer o apoio fundamental do presidente Temer para que pudéssemos chegar a este momento”, acrescentou o ministro.

O Sirius ficará abrigado em um prédio de 68 mil metros quadrados (equivalente a um estádio de futebol). Sua estrutura foi projetada e construída para atender padrões de estabilidade mecânica e térmica sem precedentes. No Sirius, a demanda por estabilidade e prevenção de vibrações demandou um piso constituído de uma única peça de concreto armado, de 90 cm de espessura e com precisão de nivelamento de menos de 10 milímetros. A temperatura na área dos aceleradores não poderá variar mais que 0,1 grau Celsius.

“Estamos presenciando um Brasil que avança a passos largos. É um país que passa a integrar o seletíssimo grupo de países que dispõe de um acelerador de elétrons de quarta geração.  É também a prova cabal de brasileiros e brasileiras que se dedicam dia e noite a colocar o Brasil na fronteira do conhecimento”, afirmou o presidente Michel Temer, durante a cerimônia em Campinas.

“Realmente, é um equipamento que passa a ser uma referência para todos os cientistas do mundo. Aqui, isso significará avanços notáveis em todos os campos possíveis”, comemorou Kassab.

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações