After MPs voted to reject Theresa May’s Brexit deal and following the vote on a motion of no confidence for the U.K. Prime Minister, the Government then decided to develop a non-binding agreement, ultimately rejecting a no deal Brexit.

There was also a vote for the backstop to be replaced so that there would not be what has been referred to as a ‘hard Irish border’. Therefore, it is still unclear what will happen when May returns to Brussels to renegotiate, if there will be a no deal, another referendum, another general election or another no confidence vote.

Despite all these movements, or lack of, the lingering question for those operating in financial services or the fintech industry is how it will affect trade and business in London, but also other capital cities such as Paris, Frankfurt and Amsterdam.

In 2018, the World Bank put the Netherlands 32nd on a list of 190 countries for the Ease of Doing Business and Forbes ranked the country in 3rd position for business friendliness, after the UK and New Zealand but before Sweden and Canada.

According to a recent report put together by B-Hive, the Netherlands is a world-class business destination and is in the top 10 in terms of “infrastructure, health and primary education, higher education and training, goods market efficiency, technological readiness, business sophistication and innovation.

Alongside this, the Netherlands have a skilled labor force, a competitive fiscal climate and a welcoming culture that is open to new ideas. The B-Hive report also claims that “the Dutch financial sector is currently well-positioned in Europe.

The financial and business services sector is one of the largest economic sectors in the Netherlands, and the Amsterdam Metropolitan Area lies at its heart. It generates an estimated 20% of the region’s GDP and 15% of its jobs.

Source: Forbes

Fintech e o fascínio holandês pelo pós-Brexit

Após a rejeição do acordo de Theresa May em relação ao Brexit e a votação de uma moção de desconfiança para a primeira-ministra do Reino Unido, o governo britânico decidiu desenvolver um acordo não vinculativo, rejeitando um Brexit sem acordo.

Houve também um voto para a substituição de termos utilizados no mecanismo, para resolver de maneira mais clara a questão da borda irlandesa. Portanto, ainda não está claro o que acontecerá quando May voltar a Bruxelas para renegociar, se haverá um não acordo, outro referendo, outra eleição geral ou outro voto de não confiança.

Apesar de todos esses movimentos, ou da falta deles, a questão persistente para aqueles que operam em serviços financeiros ou na indústria de tecnologia financeira é como isso afetará o comércio e os negócios em Londres, mas também em outras capitais, como Paris, Frankfurt e Amsterdã.

Em 2018, o Banco Mundial colocou a Holanda em 32º lugar em uma lista de 190 países para a Facilidade de Fazer Negócios, e a Forbes classificou o país na 3ª posição por facilidade de negócios, após do Reino Unido e Nova Zelândia, mas à frente da Suécia e Canadá.

De acordo com um relatório recente da B-Hive, a Holanda é um destino de negócios de classe mundial e está no top 10 em termos de infraestrutura, saúde e educação primária, ensino superior e treinamento, eficiência do mercado de bens, prontidão tecnológica, sofisticação e inovação nos negócios.

Paralelamente, os Países Baixos dispõem de mão-de-obra qualificada, clima fiscal competitivo e uma cultura acolhedora aberta a novas ideias. O relatório da B-Hive também afirma que “o setor financeiro holandês está atualmente bem posicionado na Europa.

O setor financeiro e de serviços empresariais é um dos maiores setores econômicos dos Países Baixos, e a Área Metropolitana de Amsterdã constitui seu epicentro. O local gera cerca de 20% do PIB da região e 15% de seus empregos.

Fonte: Forbes