A thriving entrepreneurship ecosystem in the Netherlands has an increasingly social flavor to it, with a host of opportunities for MBA students

The Low Lands. Hemmed in by rising water levels and fighting to claim land from the sea, the Netherlands has always been a tough, trading nation.

Today, the Netherlands is one of the largest exporters in the Eurozone. In 2017, exports of goods and services accounted for over 85% of the Netherlands’ GDP. Meanwhile, the dominance of Dutch multinationals like Philips and Unilever, coupled with startup success stories like WeTransfer, have put the small European country on the global business map.

For Ann van Dam, director of MBA programs at Rotterdam School of Management (RSM), the reason for the country’s success is deeply rooted in the Dutch mentality. “The Dutch have a saying,” she says. “‘Don’t talk; just do it.’ The business ethos and the entire country is built on that.”

RSM is applying the same culture of innovation to its International Full-time MBA program. Students on the RSM MBA can explore entrepreneurship through the Erasmus Center for Entrepreneurship (ECE) at the Rotterdam Science Tower, located at the heart of the Rotterdam Innovation District and home to over 100 startups.

At the ECE, MBA students can take their business ideas through startup boot camps, supported by a community of mentors and fellow entrepreneurs. The ECE’s networking events attract over 20,000 visitors each year. Ann says RSM faculty introduce students with promising startups to potential investors.

Throughout, the flavor is distinctly social. The number of social enterprises in the Netherlands—businesses driven by both profit and social good—is rising, estimated around 4-to-5,000. Social Enterprise NL, a national membership body, was founded in 2012 to connect them and support their growth.

At Venture Café Rotterdam, which hosts meetups for entrepreneurs every Thursday, recent sessions have focused on cleantech, the circular economy, and sustainable leadership. Rotterdam School of Management itself has been ranked among the world’s best business schools for sustainability and MBA students are taken out of class to work with local nonprofits and NGOs.

Going forward, Ann says RSM will add to the MBA’s entrepreneurship elective and develop and innovation and entrepreneurship track. By 2020, innovation will become a core part of the MBA curriculum, connecting students to the host of opportunities in the local area.

“The Netherlands has always been a frontrunner in terms of startups—and Rotterdam especially,” Ann explains. “It’s a major port and they’ve gone on the warpath here to completely redevelop the city. The environment is very welcoming to new ideas.”

The Dutch government offers a startup visa for non-EU citizens who want to start a business in the country, giving them a year to launch their business with an option to extend their visa for another year. They’ve also set aside over $85 million (€75 million) to support entrepreneurs with better access to funding and mentorship through the Ambitious Entrepreneurship Action Plan.

Typically, 97% of students on the International Full-time MBA at Rotterdam School of Management are international, representing almost 40 different countries—attracted by the Netherlands’ supportive innovation environment whether they intend to develop their own startup or not.

Ksenia Bokareva, who raised more than $500,000 in sales with her Moscow-based travel and events company, came to RSM to explore a career in marketing. She’s leaving her business behind and is looking to stay in the Netherlands after graduation, but she’s seen plenty of her colleagues pursue their own startup projects

“I think this is due to RSM helping individuals to better understand who they are and what they would like to accomplish in life,” she says.

“The Netherlands provides a good platform for entrepreneurs. It’s an inclusive culture where foreigners feel welcome and are supported to make their businesses grow and achieve success.”

Source: Business Because

Estudantes de MBA mudam-se para a Holanda para empreendedorismo social

O próspero ecossistema de empreendedorismo holandês tem ganhado cada vez mais uma vertente mais social, fenômeno que traz consigo uma série de oportunidades para estudantes de MBA

As Terras Baixas. Cercada pelo aumento do nível da água e lutando para conquistar terras do mar, a Holanda sempre foi uma nação poderosa e comercial.

Hoje, a Holanda é um dos maiores exportadores da zona do euro. Em 2017, as exportações de bens e serviços representaram mais de 85% do PIB dos Países Baixos. Enquanto isso, o domínio de multinacionais holandesas como a Philips e a Unilever, juntamente com histórias de sucesso de startups como a WeTransfer, colocaram o pequeno país europeu no mapa global de negócios.

Para Ann van Dam, diretora de programas de MBA da Rotterdam School of Management (RSM), a razão para o sucesso do país está profundamente enraizada na mentalidade holandesa. “Os holandeses têm um ditado”, diz ela. “’Não fale; basta fazer. “O espírito empresarial e todo o país é construído sobre isso.”

A RSM está aplicando a mesma cultura de inovação ao seu programa internacional de MBA em tempo integral. Os alunos do MBA da RSM podem explorar o empreendedorismo através do Centro Erasmus para Empreendedorismo (ECE) na Rotterdam Science Tower, localizada no coração do Distrito de Inovação de Roterdã, abrigando mais de 100 startups.

No ECE, os alunos de MBA podem desenvolver suas ideias de negócios através de campos de treinamento de startup, apoiados por uma comunidade de mentores e colegas empreendedores. Os eventos de networking da ECE atraem mais de 20.000 visitantes por ano. Ann diz que o corpo docente da RSM apresenta as startups promissoras de seus alunos para potenciais investidores.

A característica principal desses programas é distintamente social. O número de empresas sociais nos Países Baixos – negócios movidos tanto pelo lucro quanto pelo bem social – está aumentando, estimado em cerca de 4 a 5 mil. A Social Enterprise NL, órgão nacional de associação, foi fundada em 2012 para conectar essas empresas e apoiar seu crescimento.

No Venture Café Rotterdam, que organiza encontros para empreendedores todas as quintas-feiras, as sessões recentes se concentraram em tecnologia limpa, economia circular e liderança sustentável. A própria Escola de Administração de Roterdã está classificada entre as melhores escolas de negócios do mundo em sustentabilidade, e os alunos de MBA são levados para fora da sala de aula para trabalhar com organizações sem fins lucrativos e ONGs locais.

No futuro, Ann diz que a RSM irá desenvolver ainda mais o currículo do MBA de empreendedorismo, com foco inovação. Até 2020, a inovação se tornará uma parte essencial do currículo do MBA, conectando os estudantes à uma série de oportunidades na área local.

“A Holanda sempre foi uma pioneira em termos de startups – especialmente em Roterdã”, explica Ann. “É um porto importante, e uma cidade que teve de ser completamente reconstruída. O ambiente é muito acolhedor para novas ideias”.

O governo holandês oferece um visto de startup para cidadãos não-comunitários que querem iniciar um negócio no país, dando a eles um ano para lançar seus negócios com a opção de estender seu visto por mais um ano. O governo ainda reservou mais de US$ 85 milhões (€ 5 milhões) para apoiar os empreendedores através de um melhor acesso a financiamento e orientação por meio do Ambitious Entrepreneurship Action Plan.

97% dos alunos do MBA Internacional em tempo integral na Rotterdam School of Management são estrangeiros, representando quase 40 países diferentes – atraídos pelo ambiente de inovação de apoio da Holanda, quer pretendam desenvolver sua própria startup ou não.

Ksenia Bokareva, que arrecadou mais de US$ 500 mil em vendas com sua empresa de viagens e eventos sediada em Moscou, veio à RSM para explorar uma carreira em marketing. Ela está deixando seu negócio para trás e quer ficar na Holanda depois da formatura, mas viu muitos de seus colegas seguindo seus próprios projetos de startup.

“Acho que isso se deve ao RSM ajudar as pessoas a entender melhor quem são e o que gostariam de realizar na vida”, diz ela.

“A Holanda oferece uma boa plataforma para empreendedores. É uma cultura inclusiva em que os estrangeiros se sentem bem-vindos e apoiados para que seus negócios cresçam e alcancem o sucesso”.

Fonte: Business Because