Densely populated Netherlands, with 17 million people and a GDP similar to the state of Illinois, is the second-largest exporter of food products in the world as measured by volume of sales. Frank Viviano explains in “This Tiny Country Feeds the World: The Netherlands has become an agricultural giant by showing what the future of farming could look like,” which appears in the September 2017 issue of National Geographic magazine.

Essentially, Netherlands does it with high-tech farming and greenhouses, which enable very high yields. The online version of the essay has a number of remarkable photographs.

The essay has lots of details and is worth reading in full, but the main points that jump out at me are that yields of many crops are vastly higher while environmental effects are lower. And while the high-tech agricultural model cannot be directly applied to every crop in every country (of course!), it does offer lessons that can be much more broadly applied.

For example, the Dutch are the world’s top exporters of tomatoes, potatoes, and onions, and second-largest overall in vegetables (by value of sales). “More than a third of all global trade in vegetable seeds originates in the Netherlands. Some of the example read like science fiction: 15 varieties of tomato plants that are 20 feet tall, growing not in soil but in fibers spun from basalt and chalk.

Meanwhile, the plentiful use of sensors and enviromental controls means that many “have reduced dependence on water for key crops by as much as 90 percent. They’ve almost completely eliminated the use of chemical pesticides on plants in greenhouses, and since 2009 Dutch poultry and livestock producers have cut their use of antibiotics by as much as 60 percent.”

Of course, the Dutch expertise cannot simply be tranplanted to other places. Part of the technology is a use of geothermal energy–plentiful in Netherlands–to keep greenhouses at a reasonably consistent temperature. Another issue is that the Dutch are (understandably) focused on vegetable crops with relatively high values, more than on the field crops that are food staples around the world.

But there are lessons be learned, and probably the main one is the importance of research and development, even in an industry like agriculture that may seem fairly mature already. Apparently in the Netherlands, developments in high-tech agriculture and are facilitated by Wageningen University & Research. Instead of a US-style Silicon Valley, they aspire to a Food Valley. Moreover, there are now “a thousand WUR projects in more than 140 countries.” However, “Less than 5 percent of the world’s estimated 570 million farms have access to a soil lab.”

In the big picture, a crucial issue for the world economy is how to feed a world population that is projected to exceed 9 billion by 2050 or so.

Source: BBN Times

Holanda: 2º maior exportador de alimentos do mundo

País densamente povoado, com 17 milhões de pessoas e um PIB semelhante ao estado de Illinois, a Holanda é o segundo maior exportador de produtos alimentícios do mundo, medido pelo volume de vendas. Frank Viviano explica em “This Tiny Country Feeds the World: The Netherlands has become an agricultural giant by showing what the future of farming could look like”, que aparece na edição de setembro de 2017 da revista National Geographic.

Essencialmente, a Holanda faz isso com a agricultura de alta tecnologia e estufas, que permitem que os produtores alcancem uma produtividade muito alta.

O texto possui muitos detalhes e vale a pena ser lido na íntegra, mas os principais pontos que saltam são que os rendimentos de muitas culturas são muito maiores, enquanto os efeitos ambientais são mais baixos. E embora o modelo agrícola de alta tecnologia não possa ser aplicado diretamente a todas as culturas em todos os países, ele oferece lições que podem ser aplicadas de maneira muito mais ampla.

Por exemplo, os holandeses são os maiores exportadores mundiais de tomates, batatas e cebolas, e o segundo maior no geral em vegetais (pelo valor das vendas). “Mais de um terço de todo o comércio global de sementes vegetais é originário da Holanda. Alguns exemplos parecem vindos de ficção científica: 15 variedades de plantas de tomate com 20 pés de altura, crescendo não no solo, mas em fibras de basalto e giz.

Enquanto isso, o uso abundante de sensores e controles ambientais significa que muitos produtores “reduziram a dependência de água em 90% das culturas principais. Eles eliminaram quase completamente o uso de pesticidas químicos em plantas em estufas e, desde 2009, os produtores de gado e aves reduziram o uso de antibióticos em até 60%”.

É claro que a experiência holandesa não pode simplesmente ser transferida para outros lugares. Parte da tecnologia é o uso de energia geotérmica – abundante na Holanda – para manter as estufas a uma temperatura razoavelmente consistente. Outra questão é que os holandeses estão (compreensivelmente) concentrados em plantações de hortaliças com valores relativamente altos, mais do que nas culturas de campo que são alimentos básicos em todo o mundo.

Mas há lições a serem aprendidas e, provavelmente, a principal delas é a importância da pesquisa e do desenvolvimento, mesmo em uma indústria como a agricultura que pode parecer bastante madura. Na Holanda, desenvolvimentos na agricultura de alta tecnologia são facilitados pela Wageningen University & Research. Em vez de um Silicon Valley ao estilo americano, eles aspiram a um Food Valley. Além disso, existem agora “mil projetos WUR em mais de 140 países”. No entanto, “menos de 5% das 570 milhões de fazendas do mundo têm acesso a um laboratório de solo”.

No quadro geral, uma questão crucial para a economia mundial é como alimentar uma população mundial que deverá exceder 9 bilhões em 2050.

Fonte: BBN Times