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The revenue of the Brazilian food sector grew 2.08% in 2018, reaching R$ 656 billion, adding exports and sales revenue to the domestic market. The data were released by the Brazilian Association of Food Industry (Abia). The sector generated 13 thousand jobs last year. According to Abia, total investments in assets and mergers and acquisitions reached R$ 21.4 billion, an increase of 13.4% compared to the R$ 18.9 billion registered in 2017.

“The food industry is the largest employer within the Brazilian industry. Any growth in the food industry is quite significant and the quality of employment generated is very important. Last year, there was a 0.21% increase in salaries within the food industry,” said the association’s executive president, João Dornellas.

The sectors that stood out in real sales were oils and fats (12%), preserved vegetables, fruits and juices (11.2%), dehydrated and superfrozen (5.3%), beverages (4.3%) and animal protein (4.1%). Regarding sales, the highlight was for oils and fats (13.5%), preserves of vegetables, fruits and juices (12.8%), beverages (5.8%), animal protein (5.6%) and dehydrated and super-frozen (6.8%).

Exports

According to Abia’s balance sheet, last year, exports fell 9.8%, closing with US$ 35.1 billion of processed foods compared to US$ 38.9 billion recorded in 2017.

The sector exported to 180 countries, which represented 19.3% of total sales volume. China, which is Brazil’s largest food importer, bought 37.6% more than in 2017 last year. Sales to the Netherlands increased by 4% and to the United States by 3%.

Forecasts

According to Abia, forecasts for 2019 increase 2.5% to 3% of physical production (volume), 3% to 4% of real sales and about $ 40 billion in exports. As a consequence of the positive expectation, jobs (direct and formal) can grow between 2% and 3%.

“With the expected implementation of the social security and tax reforms, which result in a greater stimulus to entrepreneurship and productivity, the expectation is recovery in all sectors of the economy,” Abia says.

Source: Agência Brasil

Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil

Faturamento do setor de alimentos aumentou 2,08% no ano passado

O faturamento do setor de alimentos brasileiro cresceu 2,08% em 2018, ao atingir R$ 656 bilhões, somadas as exportações e as vendas para o mercado interno. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia). O setor gerou no ano passado 13 mil postos de trabalho. Segundo a Abia, o total de investimentos em ativos e fusões e aquisições alcançou R$ 21,4 bilhões, com aumento de 13,4% em relação aos R$ 18,9 bilhões registrados em 2017.

“O setor de alimentos é o maior empregador dentro da indústria brasileira. Qualquer crescimento na indústria de alimentos é bastante significativo e a qualidade do emprego gerado é muito importante. Ano passado, houve aumento de 0,21% dos salários dentro da indústria da alimentação”, disse o presidente executivo da associação, João Dornellas.

Os setores que mais se destacaram em vendas reais foram óleos e gorduras (12%), conservas de vegetais, frutas e sucos (11,2%), desidratados e supergelados (5,3%), bebidas (4,3%) e proteína animal (4,1%). Quanto ao faturamento, o destaque foi para óleos e gorduras (13,5%), conservas de vegetais, frutas e sucos (12,8%), bebidas (5,8%), proteína animal (5,6%) e desidratados e supergelados (6,8%).

Exportações

De acordo com o balanço da Abia, no ano passado, as exportações caíram 9,8%, fechando com US$ 35,1 bilhões de alimentos industrializados contra US$ 38,9 bilhões registrados em 2017.

O setor exportou para 180 países, o que representou 19,3% do volume total de vendas. A China, que é o maior importador de alimentos do Brasil, comprou no ano passado 37,6% a mais do que em 2017. As vendas para a Holanda aumentaram 4% e, para os Estados Unidos, 3%.

Previsões

De acordo com a Abia, as previsões para 2019 são de aumento de 2,5% a 3% da produção física (volume), de 3% a 4% das vendas reais e de cerca de US$ 40 bilhões nas exportações. Como consequência da expectativa positiva, empregos (diretos e formais) podem crescer entre 2% e 3%.

“Com a previsão de implementação das reformas previdenciária e tributária, que resultem em maior estímulo ao empreendedorismo e à produtividade, a expectativa é de recuperação em todos os setores da economia”, diz a Abia.

Fonte: Agência Brasil