Photo: Antonio Cruz/Agência Brasil

With the objective of creating conditions so that Brazil is not left behind in the so-called fourth industrial revolution known as industry 4.0, the Brazilian Chamber of Industry 4.0 was launched yesterday (3). The idea is to discuss the issue with the business and academic media to facilitate the integration of industry-building initiatives, advanced manufacturing and the Internet of Things, which integrates electronic devices to the internet.

“It’s time to discuss applications. In what cases to invest and how to make the resources available. Let’s take advantage of what we have to take the next step, which is the Internet of Things,” said Julio Semeghini, interim Minister of Science, Technology, Innovation and Communications (MCTIC), during the Chamber’s launch ceremony.

“This Chamber, in addition to focusing on Industry 4.0, will also help us think about the regulatory framework of startups,” he added, referring to another government initiative aimed at startups.

According to the secretary of Entrepreneurship and Innovation of MCTIC, Paulo Alvim, the main objective of the policies to be elaborated from the Chamber of Industry 4.0 is to make knowledge bases transformed into wealth for the country. “This Chamber is an effort of collective construction with the participation of government and civil society to promote the transformation of the country. This is a new stage to be developed, based on the learning obtained from previous initiatives,” he said.

Credit

One of the nine entities that will form the council of this Chamber is the National Bank of Economic and Social Development (BNDES). According to the president of the bank, Joaquim Levy, the BNDES “will be firm” in infrastructure and industry 4.0.

“The BNDES joins this project with the provision of credit. We will be present with physical, financial and human resources. There are numerous interlinkages [of industry 4.0] within the economy. It can help agriculture through intelligent harvesters that analyze soil or weather. They can also help with transportation, safety, public lighting, among others,” he said.

Training

In the evaluation of the Secretary of Productivity, Employment and Competitiveness of the Ministry of Economy, Carlos da Costa, human capital is necessary so that Brazil can advance in the direction of the fourth industrial revolution. “We’re way behind. Therefore, training professionals is our priority,” he said.

For the president of the National Confederation of Industry (CNI), Paulo Afonso Ferreira, who is also part of the Chamber, the fourth industrial revolution can not be for the few. “It needs to permeate society as a whole, and a serious effort to reduce waste and time to manufacture products, as well as making it available at a low cost to everyone, will also require massive skill investments in research, development and innovation,” said the president of CNI.

The Ministry of Economy, the Brazilian Industrial Development Agency (ABDI), the Financier of Studies and Projects (FINEP), the National Research Council (CNPq), the Brazilian Micro and Small Business Support Service (Sebrae) and the Brazilian Association of Research and Industrial Innovation (Emprapii), in addition to MCTIC, CNI and BNDES, also integrate the council, which has a deliberative character.

Source: Agência Brasil

Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil

Entidades e governo vão debater iniciativas para a indústria 4.0

Com o objetivo de criar condições para que o Brasil não fique para trás na chamada quarta revolução industrial, conhecida como indústria 4.0, foi lançada ontem (3) a Câmara Brasileira da Indústria 4.0. A ideia é de debater o tema com os meios empresarial e acadêmico, para facilitar a integração de iniciativas de fomento da indústria 4.0, a manufatura avançada e a internet das coisas, que integra dispositivos eletrônicos usados no dia a dia à internet.

“O momento é de discutir aplicações. Em que casos investir e como disponibilizar [recursos]. Vamos aproveitar o que temos para darmos o passo seguinte, que é a Internet das Coisas”, disse o ministro interino do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Júlio Semeghini, durante a cerimônia de lançamento da Câmara. “Essa Câmara, além de focar na Indústria 4.0 nos ajudará também a pensar o marco regulatório das startups”, acrescentou, referindo-se a outra iniciativa do governo, voltada a empresas iniciantes.

Segundo o secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTIC, Paulo Alvim, o objetivo final das políticas a serem elaboradas a partir da Câmara da Indústria 4.0 é fazer com que as bases de conhecimento sejam transformadas em riqueza para o país.

“Essa Câmara é um esforço de construção coletiva com a participação de governo e sociedade civil para promover a transformação do país. Trata-se de uma nova etapa a ser desenvolvida, a partir do aprendizado obtido com iniciativas anteriores”, disse.

Crédito

Uma das nove entidades que formarão o conselho superior dessa Câmara é o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). De acordo com o presidente do banco, Joaquim Levy, o BNDES “estará firme” na infraestrutura e na indústria 4.0.

“O BNDES se junta a esse trabalho com disponibilização de crédito. Estaremos presentes com capital físico, financeiro e com nossos recursos humanos. São inúmeras as interligações [da indústria 4.0] dentro da economia. Pode ajudar a agricultura, por meio de colheitadeiras inteligentes que analisam o solo ou a meteorologia. Podem também ajudar no transporte, na segurança, na iluminação pública, entre outros”, argumentou.

Formação

Na avaliação do o secretário de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, falta capital humano para que o Brasil consiga avançar na direção da quarta revolução industrial. “Estamos muito atrás. Portanto formar profissionais é nossa prioridade”, disse.

Para o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Paulo Afonso Ferreira, que também integra a Câmara, a quarta revolução industrial não pode ser para poucos. “Precisa ser permeada para toda a sociedade. É preciso, também, um esforço sério de redução de desperdício e do tempo de fabricação de produtos, bem como disponibilizá-la a baixo custo para todos. Ela também demandará qualificação massiva de mão de obra e investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação”, disse o presidente da CNI.

Também integram o conselho superior, que tem caráter deliberativo, Ministério da Economia, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Associação Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Emprapii), além de MCTIC, CNI e BNDES.

Fonte: Agência Brasil