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The Dutch economy, measured by GDP, grew by 2.7 percent in 2018. That is somewhat less strong than in 2017, when the highest growth since the crisis was achieved. As in previous years, economic growth in 2018 was largely due to increased employment. Households contributed most to economic growth in 2018. Statistics Netherlands (CBS) reports this in the annual overview of the Dutch economy.

The number of hours worked grew by 2.4 percent. The increase in employment thus made the second largest contribution to economic growth of this century. In 2016 and 2017, increasing employment was also the engine of the Dutch economy. Labor productivity (GDP per hour worked) grew by 0.3 percent. Since 2014, labor productivity growth has been on average lower than in the period before the crisis.

More people at work than ever

Last year was again a year of records for the labor market. Not only the number of hours worked rose to a record high, the number of jobs also rose sharply to a new record position of 10.4 million. There were also more people working than ever.

Furthermore, the number of vacancies was 248 thousand higher than the record number of vacancies in 2008. Unemployment fell to the lowest level after 2008 and amounted to an average of 350 thousand. Due to the rising vacancies and the decrease in unemployment, the tension on the labor market rose further to a new high in the last quarter of 2018. The previous one was shortly before the start of the crisis, when there were on average 79 vacancies per 100 unemployed. In the fourth quarter of 2018, there were 80.

Available income is growing almost as fast as GDP

The net real disposable income of households increased by 2.6 percent in 2018. Households mainly earned more income from work. That too is largely due to the increase in employment. The real wage increase has been moderate for years. The net real disposable income growth was almost as large as the 2.7 percent GDP growth.

For the fifth year in a row, income growth has been positive and, moreover, the largest growth in net real disposable income of households after 2001, when disposable income grew by 6.4 percent. Since 2014, the growth in disposable income per capita has been fairly consistent with that of GDP. Only in 2017 did the growth in disposable income clearly lag behind GDP growth.

Growth relied heavily on domestic spending

The higher household income also translated into higher consumption. Of all spending categories, this made the largest contribution to economic growth in 2018. In addition to consumption, investments in fixed assets also made a greater contribution to growth than the trade balance. In previous years, foreign trade was the engine of the economy.

Source: Statistics Netherlands (in Dutch)

PIB holandês cresceu 2,7% em 2018

A economia holandesa, medida pelo PIB, cresceu 2,7% em 2018. O resultado é um pouco inferior ao registrado em 2017, ano em que o país alcançou seu maior crescimento desde a crise econômica. Como em anos anteriores, o crescimento econômico em 2018 deveu-se em grande parte ao aumento do emprego. As famílias contribuíram mais para o crescimento econômico em 2018. A Statistics Netherlands (CBS) publicou essas informações no relatório anual que mostra o panorama da economia holandesa.

O número de horas trabalhadas cresceu 2,4%. O aumento no emprego, dessa forma, configura a segunda maior contribuição para o crescimento econômico durante este século. Em 2016 e 2017, o aumento do emprego também foi o motor da economia holandesa. A produtividade do trabalho (PIB por hora trabalhada) cresceu 0,3%. Desde 2014, o crescimento da produtividade do trabalho tem sido, em média, menor do que no período anterior à crise.

Mais pessoas empregadas do que nunca

O ano passado foi novamente um ano de recordes para o mercado de trabalho. Não apenas o número de horas trabalhadas alcançou um recorde, o número de empregos também subiu acentuadamente para uma nova posição recorde de 10,4 milhões. Há mais pessoas trabalhando no país do que nunca.

Além disso, o número de vagas foi 248 mil superior ao número recorde de vagas em 2008. A taxa de desemprego caiu para o nível mais baixo após 2008 e atingiu uma média de 350 mil. Devido às crescentes vagas e à diminuição do desemprego, a tensão no mercado de trabalho subiu ainda mais para um novo recorde no último trimestre de 2018. O anterior ocorreu pouco antes do início da crise, quando havia, em média, 79 vagas por 100 desempregados. No quarto trimestre de 2018, havia 80.

Renda disponível está crescendo quase tão rápido quanto o PIB

O rendimento líquido real disponível das famílias aumentou 2,6% em 2018. As famílias ganharam principalmente mais rendimento do trabalho. Isso também é em grande parte devido ao aumento do emprego. O aumento do salário real tem sido moderado durante anos. O crescimento real da renda disponível líquida foi quase tão grande quanto o crescimento de 2,7% do PIB.

Pelo quinto ano consecutivo, o crescimento da renda tem sido positivo e, além disso, o maior crescimento da renda líquida disponível das famílias após 2001, quando a renda disponível cresceu 6,4%. Desde 2014, o crescimento do rendimento disponível per capita tem sido bastante consistente com o do PIB. Somente em 2017 o crescimento do rendimento disponível ficou claramente aquém do crescimento do PIB.

Crescimento fortemente impulsionado pelos gastos domésticos

A maior renda familiar também se traduziu em maior consumo. De todas as categorias de gastos, esta representou a maior contribuição para o crescimento econômico em 2018. Além do consumo, os investimentos em ativos fixos também contribuíram mais para o crescimento do que a balança comercial. Nos anos anteriores, o comércio exterior era o principal motor da economia.

Fonte: Statistics Netherlands (em holandês)