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The estimate is in the latest ILO report

The green economy has the potential to generate millions of jobs in Latin America and the Caribbean and reduce labor costs stemming from modern environmental problems, such as climate change, overexploitation of natural resources and pollution of ecosystems. The conclusion comes from the latest report of the International Labor Organization (ILO) released this week.

The study “Social and Employment Outlook for the World 2018” indicates that efforts to combat climate change by 2030 will generate a positive balance of 18 million jobs worldwide. The estimate includes, for example, those jobs that will be created in the construction and manufacturing sectors to enable the generation of new energy sources and move towards greater energy efficiency.

Powerful forces

For the ILO regional director for Latin America and the Caribbean, José Manuel Salazar-Xirinachs, “the challenges posed by environmental sustainability are one of the powerful forces shaping the future of work in this region, and that is why it is necessary to take measures to maximize their benefits and effectively address their threats.”

The UN body’s study highlights that in this region of the planet, with so many abundant natural resources, coastal areas and a great diversity of ecosystems, “it is indisputable that the world of work is intrinsically related to the environment.” In this scenario, “green jobs are catalysts for the transition to environmental sustainability”.

Circular Economy

ILO specialist in Labor Econometrics, Guillermo Montt, who participated in the preparation of the report, explained that “in Latin America and the Caribbean, at least 1 million jobs will be generated as a result of the use of renewable energy, higher energy efficiency in real estate and increased demand for electric cars and other technologies for changing consumption patterns to combat climate change.”

The data collected in the study also indicate that the region could generate another 4 million jobs with the development of the so-called “circular economy”. This economic model promotes reuse, repair, recycling, remanufacturing and product durability as an alternative to the linear model of extraction, manufacturing, use and disposal that has prevailed in recent decades.

For Montt, “the transition to a green economy implies changes in almost all economic sectors, including energy, agriculture, transportation, construction, mining, fishing, etc.” He says that “progress toward a more sustainable sustainable economy will have an impact across sectors,” and the options that will be taken “will determine whether they will bring jobs and decent work to the region.”

The ILO believes that mitigation measures will avoid the negative effects of environmental degradation on the world of work.

Source: Agência Brasil

Economia verde pode gerar milhões de empregos na América Latina

A estimativa consta do mais novo relatório da OIT

A economia verde tem o potencial de gerar milhões de empregos na América Latina e no Caribe e diminuir os custos trabalhistas derivados dos problemas ambientais modernos, como as mudanças climáticas, a sobreexploração de recursos naturais e a poluição dos ecossistemas. A conclusão consta do mais novo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgado esta semana.

O estudo “Perspectivas Sociais e de Emprego no Mundo 2018” indica que os esforços para combater as mudanças climáticas até 2030 gerarão um saldo positivo de 18 milhões de empregos em todo o mundo. A estimativa inclui, por exemplo, aqueles empregos que serão criados nos setores de construção e manufatura para possibilitar a geração de novas fontes de energia e avançar em direção a uma maior eficiência energética.

Forças poderosas

Para o diretor regional da OIT para a América Latina e o Caribe, José Manuel Salazar-Xirinachs, “os desafios colocados pela sustentabilidade ambiental são uma das forças poderosas que estão moldando o futuro do trabalho nesta região, e é por isso que é necessário tomar medidas para maximizar seus benefícios e enfrentar efetivamente suas ameaças.”

O estudo do organismo da ONU destaca que nessa região do planeta, com tantos recursos naturais abundantes, áreas costeiras e grande diversidade de ecossistemas, “é indiscutível que o mundo do trabalho está intrinsecamente relacionado com o meio ambiente”. Neste cenário, “os empregos verdes são catalisadores da transição para a sustentabilidade ambiental”.

Economia circular

O especialista da OIT em Econometria do Trabalho, Guillermo Montt, que participou da preparação do relatório, explicou que  “na América Latina e no Caribe, pelo menos 1 milhão de empregos serão gerados como resultado do uso de energias renováveis, maior eficiência energética em imóveis e maior demanda por carros elétricos e outras tecnologias de mudança no padrão de consumo para combater as mudanças climáticas.”

Os dados coletados no estudo indicam ainda que a região poderia gerar outros 4 milhões de postos de trabalho com o desenvolvimento da chamada “economia circular”. Esse modelo econômico promove a reutilização, a reparação, a reciclagem, a remanufatura e a maior durabilidade de produtos, como uma alternativa ao modelo linear de extração, fabricação, uso e descarte que prevalece nas últimas décadas.

Para Montt, “a transição para uma economia verde implica mudanças em quase todos os setores econômicos, incluindo energia, agricultura, transporte, construção, mineração, pesca, etc”. Ele diz que “o progresso em direção a uma economia sustentável mais geral terá um impacto em todos os setores” e as opções que forem tomadas “determinarão se elas trarão empregos e trabalho decente para a região”.

A OIT acredita que medidas de mitigação evitarão os efeitos negativos da degradação ambiental no mundo do trabalho.

Fonte: Agência Brasil