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Deadline for registrations ends August 25th

Entries were opened last week for the third edition of the Creative Brazil Award, considered the official award of the Brazilian creative economy. Individuals and companies that have at least one year of proven innovative activities that have an economic and social impact can compete for the award.

The organizers expect to receive 1,000 entries by August 25, the deadline for interested parties to register their projects on the Award website and pay the fee of R$10. After this date, the group of curators chosen for this edition will select six semifinalist projects in each of the 12 categories: Architecture; Performing arts; Audio-visual; Design; Editorial; Cultural expressions; Fashion; Music; Search; Heritage and Arts; Publicity; and Information and Communication Technology (ICT). The selection will take place between September 3 and 30.

In the next phase, scheduled for the period from October 1st to 21st, a network composed of employees and directors of large sponsoring companies will choose the best projects, defining the three finalists in each category. The finalists will be announced on November 1st. The awards ceremony is scheduled for November 30, in São Paulo, as part of the Pixel Show Creativity Festival.

The winners will have their stories portrayed in a documentary that will be released on April 21 next year – World Creativity Day. Each project will be presented in separate episodes to potential investors, partners and volunteers.

Founder of the award, psychologist and businessman Lucas Foster told Agência Brasil that in this edition, a campaign will be launched to raise up to R$10,000 that will be reverted to Central Veredas, winner of the award in 2016. Located in northwestern Minas Gerais, the artisans’ cooperative had its raw material – cotton – rendered useless by a fire in the warehouse where it was stored. “They lost their source of income. Hence, the idea that the money earned from the registration fee will go to buying the cotton for the cooperative,” said Foster.

Awarded by the Ministry of Culture in its first edition (2014) and with the institutional support of the United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization (UNESCO), the Award is held every two years. Due to last year’s elections, the organization decided to move the awards to this year.

In the first year, a record entry (1,300 entries) was recorded. The second edition, held in 2016, had 830 creative projects submitted. According to the organizers, the number fell due to the loss of sponsorship that year.

Relevance

The creative economy has gained relevance in Brazil. “More enterprises, more governments, more municipal and state secretariats began to foster the creative economy in Brazil. Universities have also understood the role of the creative economy and the federal government itself has this understanding. We believe the ecosystem is more mature today in the country than in recent years,” said Foster. According to him, for a long time, creativity was associated with advertising and crafts, considering popular knowledge and national tradition in this area. Foster argues that the creative economy has a broader concept, involving architecture, design, fashion, music, audiovisual, research and development, and information technology.

Creative economy GDP

According to the Creative Industry Mapping, released in 2019 by the Federation of Industries of the State of Rio de Janeiro (Firjan), the share of creative Gross Domestic Product (GDP) in total Brazilian GDP was established mainly due to the economic crisis of the last few years.

“Since 2014, the participation has been around 2.62%, with small oscillations. The peak was in 2015 (2.64%) and, in 2017, Creative GDP represented 2.61% of all wealth generated in the national territory”, reveals the document. This led the creative industry to total  R$ 171.5 billion in 2017.

In relation to the formal job market, the creative industry accounted for 837.2 thousand professionals formally employed in 2017, with a 3.9% drop in the creative industry compared to 2015, which represents a similar fall to the total job market compared to 2015 (-3.7% of the total market).

“If Brazilians have confidence in their own creativity and connect with people who also believe in it, we have a chance to build a network interested in transforming the reality that Brazil lives today,” said Foster.

Source: Agência Brasil

Prêmio Brasil Criativo abre inscrições para sua terceira edição

Prazo termina dia 25 de agosto

Foram abertas semana passada as inscrições para a terceira edição do Prêmio Brasil Criativo, considerada a premiação oficial da economia criativa brasileira. Podem concorrer ao prêmio pessoas físicas e jurídicas que tenham, pelo menos, um ano comprovado de atividades inovadoras que tenham impacto econômico e social.

Os organizadores esperam receber mil inscrições até o dia 25 de agosto, quando termina o prazo para que os interessados registrem seus projetos no site do Prêmio e efetuem o pagamento da taxa de R$ 10. Depois desta data, o grupo de curadores escolhidos para esta edição selecionará seis projetos semifinalistas em cada uma das 12 categorias: Arquitetura; Artes Cênicas; Audiovisual; Design; Editorial; Expressões Culturais; Moda; Música; Pesquisa&Desenvolvimento; Patrimônio e Artes; Publicidade; e Tecnologia da informação e comunicação (TIC). A seleção será realizada entre 3 e 30 de setembro.

Na etapa seguinte, programada para o período de 1º a 21 de outubro, uma rede composta por colaboradores e diretores de grandes empresas patrocinadoras escolherá os melhores projetos, definindo os três finalistas de cada categoria. O anúncio dos finalistas será feito no dia 1º de novembro. A cerimônia de premiação está prevista para 30 de novembro, em São Paulo, integrando o Festival de Criatividade Pixel Show.

Os vencedores terão suas histórias retratadas em um documentário que será lançado no dia 21 de abril do próximo ano – Dia Mundial da Criatividade. Cada projeto será apresentado em episódios distintos a possíveis investidores, parceiros e voluntários.

Idealizador do prêmio, o psicólogo e empresário Lucas Foster contou à Agência Brasil que nesta edição, será lançada uma campanha para arrecadar até R$ 10 mil que serão revertidos para a Central Veredas, vencedora do prêmio em 2016. Localizada no noroeste de Minas Gerais, a cooperativa de artesãs teve sua matéria-prima – o algodão –  inutilizada por um incêndio no galpão onde estava estocada. “Elas perderam a fonte de renda. Daí, a ideia de o dinheiro obtido com as inscrições ser revertido para a compra do algodão para a cooperativa”, disse Foster.

Chancelado pelo Ministério da Cultura em sua primeira edição (2014) e com o apoio institucional da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o Prêmio é realizado a cada dois anos. Em razão das eleições do ano passado, a organização decidiu deslocar a premiação para este ano.

No primeiro ano, foi registrado recorde de inscrições (1.300 inscrições). A segunda edição, realizada em 2016, teve 830 projetos criativos inscritos. De acordo com os organizadores, o número caiu em função da perda de patrocínio naquele ano.

Relevância

A economia criativa tem ganhado relevância no Brasil. “Mais empreendimentos, mais governos, mais secretarias municipais e estaduais começaram a fomentar a economia criativa no Brasil. As universidades também compreenderam o papel da economia criativa e o próprio governo federal tem essa compreensão. Acreditamos que o ecossistema está mais maduro hoje no país do que nos últimos anos”, disse Foster. Segundo ele, durnte muito tempo, a criatividade ficou associada à publicidade e ao artesanato, considerando os saberes populares e a tradição nacional nessa área. Foster defende que a economia criativa tem um conceito mais amplo, envolvendo arquitetura, ‘design’, moda, música, audiovisual, pesquisa e desenvolvimento e tecnologia da informação.

PIB da economia criativa

De acordo com o Mapeamento da Indústria Criativa, divulgado em 2019 pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), a participação do Produto Interno Bruto (PIB) criativo no total do PIB brasileiro se establizou devido, principalmente, à crise econômica dos últimos anos.

“Desde 2014, a participação tem girado em torno de 2,62%, com pequenas oscilações. O pico foi em 2015 (2,64%) e, em 2017, o PIB Criativo representou 2,61% de toda a riqueza gerada em território nacional”, revela o documento. Isso levou a indústria criativa a totalizar R$ 171,5 bilhões em 2017.

Em relação ao mercado de trabalho formal, a indústria criativa respondeu por 837,2 mil profissionais formalmente empregados em 2017, com queda de 3,9% na indústria criativa em comparação a 2015, o que representa uma queda similar à do total do mercado de trabalho em relação a 2015 (-3,7% no total do mercado).

“Se o brasileiro tiver confiança na sua própria criatividade e se conectar com pessoas que também acreditam nisso, a gente tem chance de construir uma rede interessada em transformar a realidade que o Brasil vive hoje”, afirmou Foster.

Fonte: Agência Brasil