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The Brazilian Gross Domestic Product (GDP), which is the sum of all goods and services produced in the country, grew by 0.4% in the second quarter of this year, compared to the previous quarter. GDP totaled R$ 1.78 trillion in the period.

The data was released yesterday (29), in Rio de Janeiro, by the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE). GDP also rose 1% in comparison with the same period of the previous year, and is up 0.7% in 2019 and 1% over the past 12 months.

Comparing the second to the first quarter of this year, the 0.4% rise was driven, from the perspective of production, by growth of 0.3% in the service sector and 0.7% in industry. Agriculture decreased by 0.4% in the period.

In industry, the main performances came from manufacturing (2%) and construction (1.9%). Mining and quarrying fell by 3.8% and electricity, gas, water, sewage and waste management activity fell 0.7%.

In services, there were positive results in real estate activities (0.7%), commerce (0.7%), information and communication (0.5%) and other service activities (0.4%).

On the other hand, the segments of administration, defense, public health and education and social security (-0.6%), transportation, storage and mail (-0.3%) and financial, insurance and related services ( -0.1%).

Demand

From a demand standpoint, the rise in GDP from the first to the second quarter was driven by gross fixed capital formation, i.e. investments (3.2%), and household consumption (0.3%). Government consumption fell by 1% and exports fell by 1.6%. Imports grew by 1%.

Source: Agência Brasil

Economia brasileira cresce 0,4% no segundo trimestre, anuncia IBGE

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, teve um crescimento de 0,4% no segundo trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior. O PIB somou R$ 1,78 trilhão no período.

O dado foi divulgado ontem (29), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O PIB também apresentou altas de 1% na comparação com o segundo trimestre de 2018, de 0,7% no acumulado do ano e de 1% nos últimos 12 meses.

Na comparação do segundo com o primeiro trimestre deste ano, a alta de 0,4% foi puxada, sob a ótica da produção, pelos crescimentos de 0,3% do setor de serviços e de 0,7% da indústria. A agropecuária recuou 0,4% no período.

Na indústria, os principais desempenhos vieram da indústria da transformação (2%) e da construção (1,9%). As indústrias extrativas recuaram 3,8% e a atividade de eletricidade, gás, água, esgoto e gestão de resíduos caiu 0,7%.

Nos serviços, houve resultados positivos nas atividades imobiliárias (0,7%), comércio (0,7%), informação e comunicação (0,5%) e outras atividades de serviços (0,4%).

Por outro lado, tiveram queda os segmentos de administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-0,6%), transporte, armazenagem e correio (-0,3%) e atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,1%).

Demanda

Sob a ótica da demanda, a alta do PIB do primeiro para o segundo trimestre foi puxada pela formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos (3,2%), e pelo consumo das famílias (0,3%). O consumo do governo teve queda de 1% e as exportações recuaram 1,6%. As importações cresceram 1%.

Fonte: Agência Brasil