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BNDES Report estimates total of R$ 1.1 million in applications by 2020

Investments in Brazil are expected to improve in the 2019/2022 four-year period, according to the Investment Perspectives report, produced by sector analysts of the National Bank for Economic and Social Development (BNDES) and released last week by the institution.

The publication estimates total investment in the period of R$ 1.1 trillion for 19 sectors, 11 of which from industry and eight from infrastructure, accounting for about 25% of the economy’s gross fixed capital formation (GFCF). The value shows a real increase of 2.7% in relation to the investments foreseen in the previous survey (2018-2021).

According to the report, the numbers consider investments supported and not supported by BNDES. “In all the sectors analyzed, the bulletin reveals an average real growth of 3.9% per year in the period, driven by an acceleration of growth at the end of the quadrennium. The performance is far superior to the current GDP [Gross Domestic Product] projections [produced by the Central Bank],” says the study.

Economist Fernando Puga, adviser to the BNDES presidency, points out that the outlook for 2022 is one of strong investment growth, especially in sectors such as oil and gas and also in electricity.

Investments in the industry justify the forecast of general expansion of investments, highlighting the oil and gas segment, not only due to the recovery of oil prices in the international market, but also due to the concession or exploratory block auctions held in the years. 2017 and 2018. In infrastructure, BNDES estimates that the logistics and sanitation segments will perform better on investments in the areas most in need of development, especially from 2020 onwards.

The study also foresees that public policies, changes in the regulatory framework and programs for the concession of infrastructure services to the private sector have a positive influence on investments, while the fiscal situation of Federation units remains a factor of investment inhibition.

Source: Agência Brasil

Estudo prevê crescimento dos investimentos no Brasil nos próximos anos

Boletim do BNDES estima total de R$ 1,1 milhão em aplicações até 2020

Os investimentos no Brasil devem melhorar no quadriênio 2019/2022, segundo o boletim Perspectivas do Investimento, produzido por analistas setoriais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e divulgado semana passada pela instituição.

A publicação estima investimento total no período de R$ 1,1 trilhão para 19 setores mapeados, sendo 11 da indústria e oito da área de infraestrutura, que respondem por cerca de 25% da formação bruta de capital fixo (FBCF) da economia. O valor revela incremento real de 2,7% em relação aos investimentos previstos no levantamento anterior (2018 a 2021).

De acordo com o boletim, os números consideram investimentos apoiados e não apoiados pelo BNDES. “No conjunto dos setores analisados, o boletim revela crescimento real médio de 3,9% ao ano no período, puxado por uma aceleração do cres­cimento no final do quadriênio. O desempenho é bem superior às projeções atuais para o PIB [Produto Interno Bruto] do boletim Focus [produzido pelo Banco Central]”, destaca o estudo.

O economista Fernando Puga, assessor da presidência do BNDES, ressalta que a perspectiva para 2022 é de forte crescimento do investimento, sobretudo em setores como petróleo e gás e também na energia elétrica.

Os investimentos na indústria justificam a previsão de expansão geral das inversões, destacando o segmento de petróleo e gás, não só em razão da recuperação do preço do petróleo no mercado internacional, mas também pelos leilões de concessão ou de partilha de blocos exploratórios ocorridos nos anos de 2017 e 2018. Já na infraestrutura, o BNDES estima que os segmentos de logística e saneamento terão melhor desempenho dos investimentos nas áreas mais carentes de desenvolvimento, especialmente a partir de 2020.

O estudo prevê também que políticas pú­blicas, mudanças no marco regulatório e programas de concessão de serviços de infraestrutura ao setor privado têm influência positiva sobre os investimentos, enquanto a situação fiscal das unidades da Federação segue sendo fator de inibição de investimentos).

Fonte: Agência Brasil