Photo: Tomaz Silva/Agência Brasil

Document will guide government actions in the area for 10 years

The Brazilian Ministry of Science, Technology, Innovations and Communications (MCTIC) has launched a public consultation to hear contributions to the National Innovation Policy proposal. The poll will be available for comments and suggestions for 40 days and can be accessed on a special website designed for this purpose.

The goal is that the policy will structure the actions of the federal government for the next 10 years in the area. The purpose of the new policy is to stimulate and promote the development of new technologies aimed at improving economic activities and public services.

According to the published text, the new policy should “guide, orchestrate and accelerate efforts in science, technology and entrepreneurship in the country in order to convert them into innovative solutions to the main challenges and needs of Brazilian society and thus contribute to the improvement of quality of life of each Brazilian, for the growth of productivity and competitiveness of our economy and for a more harmonious relationship with the planet”.

The consultation paper lists a number of challenges for the sector. The first is the current “relatively low” innovation levels. “Brazilian companies innovate very little compared to international standards in advanced countries – a fact that is reflected in the very limited participation in international patent filings. Most of the innovations carried out are related to the importation and adaptation of technology from other countries”, the text emphasizes.

Another problem pointed out is the lack of coordination between institutions, especially between the production of knowledge in universities and its application in companies. There is also a limitation on funding in the area, generally concentrated in public institutions, unlike in richer countries, where the contributions come mostly from the private sector.

To overcome these challenges, the policy is based on a series of guidelines, such as stimulating knowledge bases for innovation, spreading a culture of innovation and entrepreneurship, ensuring fostering technological development, fostering markets for Brazilian products and services, and improving legal instruments. related to the sector.

The policy proposal brings a set of actions aimed at achieving these guidelines. These include expanding research infrastructure, streamlining the patenting process, encouraging open scientific knowledge available on digital platforms, promoting startups, Brazilian creators and developers, and fostering increased private investment in research and development.

Source: Agência Brasil

Política Nacional de Inovação vai a consulta pública

Documento norteará ações do governo na área por 10 anos

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) lançou consulta pública para ouvir contribuições à proposta da Política Nacional de Inovação. A sondagem ficará disponível para comentários e sugestões por 40 dias e pode ser acessada num site especial criado para receber as respostas.

O objetivo é que a política estruture as ações do governo federal para os próximos 10 anos na área. A nova política tem como propósito estimular e promover o desenvolvimento de novas tecnologias voltadas à melhoria de atividades econômicas e de serviços públicos.

Segundo o texto publicado, a nova política deve “nortear, orquestrar e acelerar os esforços em ciência, tecnologia e empreendedorismo no país de forma a convertê-los em soluções inovadoras para os principais desafios e necessidades da sociedade brasileira e assim contribuir para a melhoria da qualidade de vida de cada brasileiro, para o crescimento da produtividade e da competitividade da nossa economia e para uma relação mais harmônica com o planeta”.

O documento em consulta lista uma série de desafios para o setor. O primeiro são os atuais níveis de inovação “relativamente baixos”. “As empresas brasileiras inovam muito pouco se comparadas aos padrões internacionais de países avançados – fato que se reflete nas participações muito limitadas nos registros de patentes internacionais. A maior quantidade de inovações realizadas está ligada à importação e adaptação de tecnologia advinda de outros países”, ressalta o texto.

Outro problema apontado é a falta de coordenação entre instituições, especialmente entre a produção de conhecimento em universidades e sua aplicação em empresas. Também há uma limitação de financiamento na área, em geral concentrado nas instituições públicas, ao contrário de países mais ricos, onde os aportes vêm majoritariamente do setor privado.

Para superar esses desafios, a política se baseia em uma série de diretrizes, como estimular bases de conhecimento para inovação, disseminar uma cultura de inovação e de empreendedorismo, garantir fomento ao desenvolvimento tecnológico, fomentar mercados para produtos e serviços brasileiros e melhorar os instrumentos jurídicos relacionados ao setor.

A proposta de política traz um conjunto de ações voltadas a concretizar essas diretrizes. Entre elas estão ampliar a infraestrutura de pesquisa, simplificar o processo de concessão de patentes, incentivar conhecimentos científicos abertos disponibilizados em plataformas digitais, promover a criação e desenvolvimento de startups, valorizar criadores e desenvolvedores brasileiros e fomentar o aumento do investimento privado em pesquisa e desenvolvimento.

Fonte: Agência Brasil