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The Brazilian industry performed well in November, achieving above-normal results for the month. The conclusion was made by the Industrial Survey study, developed monthly by the National Confederation of Industry and released last week.

The survey evaluates a number of aspects of industrial production and synthesizes the situation of Brazilian companies in the sector in indicators, ranging from 0 to 100. One of them is used to measure production growth. Last month, the index reached 50.9 and beat the results of November 2018 (48.3), 2017 (50.5) and 2016 (47).

“It is noteworthy that the production index is not usually above fifty points in November, indicating an increase in production,” says the study. The number of employees was 50 points, stable compared to the previous month. Which, according to CNI, is also not common for the month, due to the slowdown that marks the period.

In the evaluation of the confederation economist, Marcelo Azevedo, the result showed a slow change in the recovery of the industry, which was slow, in October showed strength and was confirmed in November.

“The month is not very strong, but there was an increase compared to October which is not common. Usually the industry is starting to get lower because it has already made all deliveries. The change is due to the demand. She was already recovering but it was not felt in the industry and was not translated into activity, which now shows itself,” Azevedo explained to Agência Brasil.

Capacity

Another indicator is the utilization of firms’ installed capacity. In November, it was 70%, the same as the previous month, but confirming an increasing trajectory since June, when it was 66%. This level was stable throughout the first half of the year.

The utilization of installed capacity last month fluctuated slightly above that recorded in previous years, as in 2018 (69%), 2017 (69%) and 2016 (66%). However, it was below the average of the period between 2011 and 2014 (74%). However, unlike the indicator on industrial production, the utilization of effective installed capacity was below usual for the month, reaching the index 46.7.

The study also looked at the level of stocks. In November it was on track (50), with a downward movement since July, when it reached 52.8. “The inventory adjustment process, which peaked in July in excess and started to fall from August this year, has come to an end. Thus, production tends to increase more in the next six months, if the increase in demand expected by industrialists materializes”, the document points out.

Expectations

The study found higher expectations for items such as demand, raw material purchases and exports than in previous months. However, the indices were below the sentiment of the sector at the beginning of the year.

The intention to continue investing reached 58.1, the highest level since December 2015, when it was 40. But the outlook is lower than in December 2013, when the desire to put new resources in business was 60.6.

Source: Agência Brasil

Novembro teve bom desempenho para a indústria, aponta levantamento

Para economista, índices mostram recuperação da industria

A indústria teve bom desempenho no mês de novembro, atingindo resultados acima do comum para o mês. A conclusão foi do estudo Sondagem Industrial, desenvolvido mensalmente pela Confederação Nacional da Indústria e divulgado na última semana.

O levantamento avalia uma série de aspectos da produção industrial e sintetiza a situação das empresas brasileiras do setor em indicadores, com notas que vão de 0 a 100. Um deles é empregado para medir o crescimento da produção. No mês passado, o índice atingiu 50,9 e bateu os resultados de novembro de 2018 (48,3), 2017 (50,5) e 2016 (47).

“Destaca-se que o índice de produção não costuma se situar acima dos cinquenta pontos em novembro, indicando aumento da produção”, destaca o estudo. O número de empregados ficou em 50 pontos, estável em relação ao mês anterior. O que, segundo a CNI, também não é comum para o mês, em razão da desaceleração que marca o período.

Na avaliação do economista da confederação, Marcelo Azevedo, o resultado mostrou uma mudança de marcha na recuperação da indústria, que vinha lenta, em outubro mostrou força e foi confirmada em novembro.

“O mês não é de atividade muito forte, mas houve aumento em relação a outubro que não é comum. Normalmente a indústria já começa a ficar mais em baixa porque já fez todas as entregas. A mudança se deve à demanda. Ela já estava se recuperando mas não era sentido na indústria e não era traduzido na atividade, o que passou a se mostrar agora”, explicou Azevedo à Agência Brasil.

Capacidade instalada

Outro indicador é a utilização da capacidade instalada das firmas. Em novembro, ela ficou em 70%, o mesmo do mês anterior, mas confirmando uma trajetória crescente desde junho, quando estava em 66%. Esse patamar ficou estável durante todo o primeiro semestre do ano.

A utilização da capacidade instalada no mês passado oscilou um pouco acima do registrado em anos anteriores, como em 2018 (69%), 2017 (69%) e 2016 (66%). Contudo, ficou abaixo da média do período entre 2011 e 2014 (74%). Mas, diferentemente do indicador sobre produção industrial, a utilização da capacidade instalada efetiva ficou abaixo do usual para o mês, atingindo o índice 46,7.

O estudo também analisou o nível dos estoques. Em novembro ele ficou dentro do planejado (50), com um movimento de queda desde julho, quando chegou a 52,8. “O processo de ajuste de estoques, que chegou a um pico de excesso em julho e passou a cair a partir de agosto deste ano, chegou ao fim. Assim, a produção tende a aumentar mais nos próximos seis meses, caso se concretize o aumento de demanda esperado pelos industriais”, pontua o documento.

Expectativa

O estudo verificou uma expectativa maior em relação a itens como demanda, compra de matérias-primas e exportações do que nos meses anteriores. Contudo, os índices ficaram abaixo do sentimento do setor no início do ano.

A intenção de seguir investindo atingiu 58,1, maior patamar desde dezembro de 2015, quando foi de 40. Mas a perspectiva é menor do que o registrado em dezembro de 2013, quando a vontade de colocar novos recursos nos negócios estava em 60,6.

Fonte: Agência Brasil