Photo: Marcello Casal Jr Agência Brasil

According to survey, growth will be higher than projected last week

Estimates of economists and financial institutions consulted by the Central Bank (BC) for this year’s GDP rose once again, according to the Focus survey, released every Monday.

In the report released last Monday (30), the growth forecast for 2019 is 1.17%, up from 1.16% forecast last week. For the next year, the projection increased from 2.28% to 2.30%.

Regarding inflation, the estimate for this year’s Extended National Consumer Price Index (IPCA) rose for the eighth time in a row from 3.98% to 4.04% in 2019.

For 2020, the inflation estimate has risen slightly to 3.61% after staying for eight weeks at 3.60%. The forecast for the following years was unchanged, remaining at 3.75% for 2021 and 3.50% for 2022.

The projections for 2019 and 2020 are below the center of the inflation target to be pursued by the Central Bank. The inflation target, set by the National Monetary Council, is 4.25% in 2019, 4% in 2020, 3.75% in 2021 and 3.50% in 2022, with a tolerance range of 1.5 percentage points.

Interest rate

To reach the inflation target, the Central Bank uses as its main instrument the basic interest rate, the Selic, currently set at 4.5% per year by the Monetary Policy Committee (Copom).

According to financial institutions, by the end of 2020, the base rate is expected to be at 4.5% per year as well. For 2021, the institutions estimate that Selic will end the period at 6.38% per year. The previous estimate was 6.25% per year. By the end of 2022, the forecast remains at 6.5% per year.

When the Copom reduces Selic, credit tends to become cheaper, encouraging production and consumption, reducing inflation control and stimulating economic activity.

On the other hand, when the Copom raises the basic interest rate, the objective is to contain the heated demand and this causes price reflexes because higher interest rates increase credit and stimulate savings. The maintenance of the Selic indicates that the Copom considers the previous changes sufficient to reach the inflation target.

Source: Agência Brasil

Brasil: Economistas projetam leve alta do PIB deste ano

Segundo Focus crescimento será maior que projetado na semana passada

As estimativas de economistas e instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) para o PIB deste ano subiu mais uma vez, segundo o boletim Focus, divulgado toda segunda-feira.

No relatório divulgado na última segunda-feira (30), a projeção de crescimento para 2019 é de 1,17%, acima dos 1,16% previstos na semana passada. Para o próximo ano, a projeção subiu de 2,28% para 2,30%.

Em relação à inflação, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) deste ano subiu pela oitava vez seguida, de 3,98% para 4,04% em 2019.

Para 2020, a estimativa de inflação subiu levemente, para 3,61%, depois de ficar por oito semanas em 3,60%. A previsão para os anos seguintes não teve alterações, mantendo-se em 3,75% para 2021, e 3,50% para 2022.

As projeções para 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente definida em 4,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

De acordo com as instituições financeiras, no fim de 2020, a expectativa é que a taxa básica também esteja em 4,5% ao ano. Para 2021, as instituições estimam que a Selic encerre o período em 6,38% ao ano. A estimativa anterior era 6,25% ao ano. Para o final de 2022, a previsão segue em 6,5% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Por outro lado, quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. A manutenção da Selic indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Fonte: Agência Brasil