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The esult has not yet offset losses from previous years, says union

The Activity Indicator of the Micro and Small Industry of São Paulo, released last Friday (17), shows that the sector underwent a year of stability in 2019. The survey, based on the evaluation of businessmen, was commissioned to Instituto Data Folha by the Micro and Small Industry Union (Simpi).

The satisfaction index ended the year at 108 points, the best result since 2014, when it scored 112 points. “Even with the improvement in the index this year, it was still not possible to compensate for the losses of previous years”, stressed Simpi.

As for employment in small industries, the indicator closed last year with 99 points, driven by the increase of 103 points, due to the end-of-year hiring. When the index is above 100 points it means that the balance of jobs is positive, with more hires than layoffs. Below 100 points, the balance is negative.

The annual average has been negative since 2014, with the worst result in 2016, when it was 85 points.

A significant part (45%) of micro and small industries closed December with insufficient working capital. As a result, 21% of entrepreneurs used overdraft (a type of credit that has one of the highest interest rates in the market) to maintain their activities, and 6% had to resort to personal loans.

For the president of Simpi, Joseph Couri, if there is no improvement in the scenario in 2020, small industries will accumulate five years of losses. “The balance sheet for the 2019 financial year indicates the size of the challenges to be overcome and overcome in 2020, under penalty of having lost five consecutive years,” he said.

Source: Agência Brasil

Brasil: Micro e pequenas indústrias interromperam trajetória de perdas em 2019

Resultado ainda não compensou perdas de anos anteriores, diz sindicato

O Indicador de Atividade da Micro e Pequena Indústria de São Paulo, divulgado na última sexta-feira (17), mostra que o setor passou por um ano de estabilidade em 2019. A pesquisa, baseada na avaliação dos empresários sobre os negócios, foi encomendada ao Instituto Data Folha pelo Sindicato da Micro e Pequena Indústria (Simpi).

O índice de satisfação fechou o ano em 108 pontos, melhor resultado desde 2014, quando marcou 112 pontos. “Mesmo com a melhora no índice neste ano, ainda não foi possível compensar as perdas dos anos anteriores”, ressaltou o Simpi.

Quanto ao emprego nas pequenas indústrias, o indicador fechou o ano passado com 99 pontos, puxado pela alta de 103 pontos, devido às contratações de fim de ano. Quando o índice está acima de 100 pontos significa que o saldo de empregos é positivo, com mais contratações do que demissões. Abaixo de 100 pontos, o saldo é negativo.

A média anual vem sendo negativa desde 2014, com o pior resultado em 2016, quanto ficou em 85 pontos.

Uma parte significativa (45%) das micro e pequenas indústrias fechou dezembro com capital de giro insuficiente. Com isso, 21% dos empresários usaram o cheque especial (modalidade de crédito que tem uma das maiores taxas de juros do mercado) para manter as atividades, e 6% tiveram que recorrer a empréstimos pessoais.

Para o presidente do Simpi, Joseph Couri, caso não haja melhora do cenário em 2020, as pequenas indústrias vão acumular cinco anos de perdas. “O balanço do exercício de 2019 aponta o tamanho dos desafios a serem superados e vencidos em 2020, sob pena de termos cinco anos seguidos perdidos”, afirmou.

Fonte: Agência Brasil