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Platform will be available to the population starting in November

The Brazilian Central Bank launched in the last week, in the capital of São Paulo, a system of instant payments and transfers that can be made by the user quickly and safely, any day of the year, with no time limit, and with the money immediately available to the recipient. Named PIX, the system will be available to the entire population from November.

According to the deputy head of the Competition and Financial Market Structure Department of the BC (Decem), Carlos Eduardo Brandt, with PIX it will be possible to send and receive amounts instantly from various means, including applications on smartphones. That is, when making a payment or transfer, the money will immediately go into the recipient’s account. “In addition to the features that will be available in November, important developments such as payment by approach are already on the radar,” he said.

According to the Central Bank, the objective is to facilitate and streamline payments and transfers between individuals, companies and government entities. With the implementation of PIX, the country gains yet another alternative to carry out transactions, in addition to the existing traditional models, such as TED, DOC, boleto, check and cards. Transactions can be made through QR Code or by entering simple information such as cell phone number, e-mail, CPF or CNPJ.

To use PIX, the payer and receiver must have a bank account, a payment institution or a fintech. The account does not have to be a current account, as transactions can be made using a payment or savings account. The day and time of the transaction will not matter, even if the applicant and the recipient of the transaction have a relationship with the same bank or institution. The settlement will be immediate, that is, the recipient will have the funds available in his account in a few seconds.

QR Code

Two types of QR Code will be defined for the transactions. The first is static, which can be used in multiple transactions, allowing the definition of a fixed value for a product or the insertion of the value by the payer. It can be used for a transfer between two people, for example.

The dynamic QR Code will be of exclusive use for each transaction and will allow the insertion of additional information, which facilitates commercial reconciliation and automation. It will be used to pay for a purchase in a supermarket or restaurant, among other possibilities.

Market competition

According to the director of BC’s Financial System and Resolution Organization, João Manoel Pinho de Mello, in addition to the speed and convenience of instant payments, PIX will cause greater competition in the payments market, with reduced costs and improved quality services.

“In addition, this initiative, in line with the ongoing technological revolution, enables innovation and the emergence of new business models and promotes the electronization of payments, reducing operational risk and difficulties related to the use of cash,” stressed.

The deputy head of the BC’s Competition and Financial Market Structure Department also pointed out that the BC is not placing restrictions on charging fees for transactions and said that PIX is being structured in an open way in order to stimulate competition, the so that the market dispute results in a good price formation for the end user.

“There is freedom for economic agents, who need to have their businesses viable, to cover their customers with what they add value. If there is any kind of situation in which price formation is distorted or not done well, there is nothing to prevent the BC, with its role as regulator, from interfering in this specific market failure,” said Brandt.

Safe instrument

BC President Roberto Campos Neto stated that this is one of the institution’s most important projects for this year. He said the idea came from people’s demand, which has been widely discussed by central banks as a cheap, fast, transparent and secure payment instrument.

“The project will be the embryo of what I believe is a total transformation in the country’s future financial intermediation and will unite what we understand as the new form of payment methods, with the new fintech industry and open banking . It means having a fully interoperable system that will meet a system that allows everyone to be able to open their data and account for specific financial services,” said Campos Neto.

Neto pointed out that the system will cheapen the cost of financial transfers and will eliminate the need for people to carry physical money, which represents a cost, especially for companies. “We believe that financial intermediation will transform the world of payments in Brazil and, with this system, together with others to come, uniting throughout 2021, we will have a differentiation in the way of making financial transactions in the country.”

Source: Agência Brasil

Banco Central lança sistema de pagamento instantâneo no Brasil

Plataforma estará disponível para a população a partir de novembro

O Banco Central lançou na última semana, na capital paulista, um sistema de pagamentos e transferências instantâneos que poderão ser feitos pelo usuário de forma rápida e segura, em qualquer dia do ano, sem limite de horário, e com o dinheiro imediatamente disponível ao recebedor. Batizado de PIX, o sistema estará disponível para toda a população a partir de novembro.

Segundo o chefe adjunto no Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do BC (Decem), Carlos Eduardo Brandt, com o PIX será possível enviar e receber quantias instantaneamente a partir de diversos meios, inclusive aplicativos em smartphones. Ou seja, ao efetuar um pagamento ou transferência, o dinheiro já entrará imediatamente na conta do recebedor. “Além das funcionalidades que estarão disponíveis em novembro, já estão no radar evoluções importantes como o pagamento por aproximação”, disse.

De acordo com o Banco Central, o objetivo é facilitar e agilizar os pagamentos e transferências entre pessoas, empresas e entes governamentais. Com a implantação do PIX, o país ganha mais uma alternativa para efetuar transações, além dos modelos tradicionais já existentes, como TED, DOC, boleto, cheque e cartões. As transações poderão ser feitas por meio de QR Code ou a partir da inserção de informações simples como número de celular, e-mail, CPF ou CNPJ.

Para usar o PIX, será preciso que pagador e recebedor tenham conta em banco, em uma instituição de pagamento ou em uma fintech. A conta não precisa ser apenas corrente, já que as transações poderão ser feitas usando uma conta de pagamento ou de poupança. O dia e a hora da transação não terão importância, nem se o solicitante e o recebedor da operação têm relacionamento com o mesmo banco ou instituição. A liquidação será imediata, ou seja, o recebedor terá em poucos segundos os recursos disponíveis em sua conta.

QR Code

Serão definidos dois tipos de QR Code para as transações. O primeiro é o estático, que poderá ser usado em múltiplas transações, permitindo a definição de um valor fixo para um produto ou a inserção do valor pelo pagador. Poderá ser usado para uma transferência entre duas pessoas, por exemplo.

O QR Code dinâmico será de uso exclusivo para cada transação e permitirá a inserção de informações adicionais, o que facilita a conciliação e automação comercial. Ele servirá para o pagamento de uma compra em um supermercado ou em um restaurante, entre outras possibilidades.

Competição de mercado

De acordo com o diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC, João Manoel Pinho de Mello, além da rapidez e praticidade dos pagamentos instantâneos, o PIX provocará maior competição no mercado de pagamentos, com a redução dos custos e melhoria na qualidade dos serviços.

“Além disso, essa iniciativa, em linha com a revolução tecnológica em curso, possibilita a inovação e o surgimento de novos modelos de negócio e promove a eletronização dos pagamentos, reduzindo o risco operacional e as dificuldades relacionadas ao uso do dinheiro em espécie”, ressaltou.

O chefe adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do BC destacou ainda que o BC não está colocando restrições para a cobrança de tarifas para as transações e disse que PIX está sendo estruturado de forma aberta a fim de estimular a competição, a fim de que a disputa de mercado resulte em uma boa formação de preços para o usuário final.

“Há liberdade para que os agentes econômicos, que precisam ter seus negócios viabilizados, cobrem dos seus clientes naquilo que agregar valor. Se houver qualquer tipo de situação em que a formação de preço seja distorcida ou não bem realizada, nada impede que o BC, com seu papel de regulador, interfera nessa falha de mercado específica”, disse Brandt.

Instrumento seguro

O presidente do BC, Roberto Campos Neto, afirmou que este é um dos projetos mais importantes da instituição para este ano. Ele disse que a ideia partiu de uma demanda das pessoas, que vem sendo bastante discutida pelos bancos centrais como instrumento de pagamento barato, rápido, transparente e seguro.

“O projeto vai ser o embrião do que eu acredito que seja uma transformação total na intermediação financeira futura do país e vai unir o que a gente entende como a nova forma de meios de pagamento, com a nova indústria de fintech e com o open banking. É ter um sistema totalmente interoperável e que vai se encontrar com um sistema que permite que todo mundo consiga abrir seus dados e sua conta para serviços financeiros específicos “, disse Campos Neto.

Neto destacou que o sistema vai baratear o custo das transferências financeiras e vai eliminar a necessidade de as pessoas portarem dinheiro físico, o que representa um custo, principalmente para as empresas. “Acreditamos que a intermediação financeira vai transformar o mundo de pagamentos no Brasil e, com esse sistema, junto com outros que estão por vir, se unificando ao longo de 2021, vamos ter uma diferenciação na forma de fazer as transações financeiras no país.”

Fonte: Agência Brasil