Port of Santos / Photo: Wikimedia Commons - CC3.0

Difference between exports and imports was US$ 520 million

In the third week of February, the Brazilian trade balance presented a surplus of US$ 520 million, according to data released the day before yesterday (2) by the Special Secretariat for Foreign Trade and International Affairs of the Ministry of Economy. In a period of five working days, exports reached US$ 3.966 billion and imports, US$ 3.446 billion, leaving the trade flow at US$ 7.412 billion.

The average of exports for the third week of February was US$ 793.2 million, 5.5% below the average of US$ 839.8 million until the second week. According to the Ministry of Economy, the reduction was due to the drop in exports of semi-manufactured and basic products. In the month, exports totaled US$ 12.364 billion and imports, US$ 11.259 billion, with a positive balance of US$ 1.105 billion and a trade flow of US$ 23.624 billion.

In the period, there was a reduction of 10.7%, from US$ 100.1 million to US$ 89.4 million, in the segment of semi-manufactured goods, especially in cellulose, cast iron, gold, iron or steel and also in oil raw soy.

There was an 8.5% drop in exports of basic products, especially in products such as crude oil, beef and chicken, copper ore, coffee beans and leaf tobacco. As a result, the export balance in the segment closed at US$ 412.1 million, against US$ 450.2 million in the second week.

The Ministry of Economy points out that there was a small growth in manufactured exports of 0.8%, from US$ 289.5 million to US$ 291.7 million, mainly due to fuel oils, cargo vehicles, juice not frozen orange, taps, valves and parts, machinery and equipment for earthmoving.

On the import side, there was a decrease of 11.8%, over the same comparative period (average for the third week, US$ 689.1 million over the average up to the second week, US$ 781.4 million), mainly explained by the decrease in expenses with mechanical and pharmaceutical equipment, copper and its works, manure and electronic equipment.

The analysis of the month shows that, in the comparison between the third February 2019 (US$ 786.9 million) and the same period of 2020 (US$ 824.3 million), there was an increase of 4.8% in exports. The increase was driven mainly by the sale of crude oil, raw cotton, beef, pork and chicken and copper ore.

On the other hand, sales of semi-manufactured products fell by 1.2%, from US $ 97.7 million to US$ 96.6 million, mainly due to cellulose, gold in semi-manufactured forms, semi-manufactured iron / steel, sugar raw, hides and skins. Manufactured products also decreased by 0.7%, from US$ 292.2 million to US$ 290.2 million, due to airplanes, passenger cars, engine parts and aviation turbines, non-orange juice frozen and flat rolled iron or steel.

In relation to January / 2020, there was an increase of 25.6%, due to the increase in sales of basic products (+33.9%, from US$ 326.8 million to US$ 437.5 million) and manufactured products (+25.4%, from US$ 231.4 million to US$ 290.2 million), while exports of semimanufactured products decreased (-1.7%, from US$ 98.2 million to US$ 96.6 million).

In imports, the daily average until the third week of February / 2020, of US$ 750.6 million, was 18.9% above the average of February / 2019 (US$ 631.1 million). In this comparison, expenses increased, mainly with mechanical equipment (+ 131.0%), fuels and lubricants (+ 19.0%), pharmaceuticals (+ 17.2%), organic and inorganic chemicals (+ 11.6%) , plastics and construction (+ 10.8%). Before January / 2020, there was an increase of 2.1%, due to increases in mechanical equipment (+ 83.0%), fuels and lubricants (+ 20.5%), pharmaceuticals (+ 10.3%), plastics and works ( + 6.7%), organic and inorganic chemicals (+ 5.8%).

Source: Agência Brasil

Brasil: Balança comercial tem superávit na terceira semana de fevereiro

Diferença entre exportações e importações ficou em US$ 520 milhões

A balança comercial brasileira apresentou, na terceira semana de fevereiro, superávit de US$ 520 milhões, segundo dados divulgados anteontem (2) pela Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia. Em um período de cinco dias úteis, as exportações chegaram a US$ 3,966 bilhões e as importações, a US$ 3,446 bilhões, ficando a corrente de comércio em US$ 7,412 bilhões.

A média das exportações da terceira semana de fevereiro ficou em US$ 793,2 milhões, 5,5% abaixo da média de US$ 839,8 milhões até a segunda semana. Segundo o Ministério da Economia, a redução ocorreu devido à queda nas exportações de produtos semimanufaturados e básicos. No mês, as exportações somam US$ 12,364 bilhões e as importações, US$ 11,259 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,105 bilhão e corrente de comércio de US$ 23,624 bilhões.

No período, houve uma redução de 10,7%, de US$ 100,1 milhões  para US$ 89,4 milhões, no segmento de semimanifaturados, em especial na celulose, ferro fundido, ouro, ferro ou aço e também no óleo de soja em bruto.

Houve queda de 8,5% nas exportações de produtos básicos, especialmente em produtos como petróleo em bruto, carnes bovina e de frango, minério de cobre, café em grão e fumo em folhas. Com isso, a balança de exportações, no segmento, fechou em US$ 412,1 milhões, contra os US$ 450,2 milhões da segunda semana.

O Ministério da Economia destaca que houve pequeno crescimento nas exportações de manufaturados de 0,8%, passando de US$ 289,5 milhões para US$ 291,7 milhões, em razão, principalmente, de óleos combustíveis, veículos de carga, suco de laranja não congelado, torneiras, válvulas e partes, máquinas e aparelhos para terraplanagem.

Do lado das importações, apontou-se queda de 11,8%, sobre igual período comparativo (média da terceirasemana, US$ 689,1 milhões sobre média até a segundasemana, US$ 781,4 milhões), explicada, principalmente, pela diminuição nos gastos com equipamentos mecânicos, farmacêuticos, cobre e suas obras, adubos e fertilizantes, equipamentos eletroeletrônicos.
A análise do mês mostra que, na comparação entre a terceira fevereiro de 2019 (US$ 786,9 milhões) e o mesmo período de 2020  (US$ 824,3 milhões), houve aumento de 4,8% nas exportações. A alta foi puxada especialmente pela venda de petróleo em bruto, algodão em bruto, carnes bovina, suína e de frango e minério de cobre.
Por outro lado, caíram as vendas de produtos semimanufaturados em 1,2%, passando de US$ 97,7 milhões para US$ 96,6 milhões, principalmente por conta da celulose, ouro em formas semimanufaturadas, semimanufaturados de ferro/aço, açúcar em bruto, couros e peles. Os produtos manufaturados também apresentaram uma redução de 0,7%, passando de US$ 292,2 milhões para US$ 290,2 milhões, por conta de aviões, automóveis de passageiros, partes de motores e turbinas para aviação, suco de laranja não congelado e laminados planos de ferro ou aço.

Relativamente a janeiro/2020, houve crescimento de 25,6%, em virtude do aumento nas vendas de produtos básicos (+33,9%, de US$ 326,8 milhões para US$ 437,5 milhões) e manufaturados (+25,4%, de US$ 231,4 milhões para US$ 290,2 milhões), enquanto diminuíram as exportações de produtos semimanufaturados (-1,7%, de US$ 98,2 milhões para US$ 96,6 milhões).

Nas importações, a média diária até a terceira semana de fevereiro/2020, de US$ 750,6 milhões, ficou 18,9% acima da média de fevereiro/2019 (US$ 631,1 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente com equipamentos mecânicos (+131,0%), combustíveis e lubrificantes (+19,0%), farmacêuticos (+17,2%), químicos orgânicos e inorgânicos (+11,6%), plásticos e obras (+10,8%). Ante janeiro/2020, houve crescimento de 2,1%, pelos aumentos em equipamentos mecânicos (+83,0%), combustíveis e lubrificantes (+20,5%), farmacêuticos (+10,3%), plásticos e obras (+6,7%), químicos orgânicos e inorgânicos (+5,8%).

Fonte: Agência Brasil