Photo: Rafael Medeiros/SUAPE (CC BY-SA 2.0)

Result is the second largest in the historical series for the month

The fall in imports and the stability of exports made the trade balance record the second highest result in history for the months of April. Last month, the country exported US$ 6.702 billion more than it imported in March, up 18.6% from the positive result of US$ 5.653 billion in April 2019.

This was the second best result in the historical series for the month, second only to April 2017 (US$ 6.963 billion). With the April result, the trade balance – difference between exports and imports – accumulates a surplus of US$ 13.239 billion in the first four months of 2019, a value 16.4% lower than in the same period last year and the lowest for the period since the first quarter of 2016.

Last month, exports totaled US$ 18.312 billion, with a slight fall of 0.3% in relation to April 2019 by the criterion of the daily average. The drop was driven by sales of manufactured goods, which fell 34.4% in the same comparison amid the pandemic of the new coronavirus. The highlights were passenger cars, with a decrease of 81%, auto parts (-59.2%) and earthmoving machines (-50%).

Exports of semimanufactured products fell 4.8% over the same month last year. The highlights were hides and skins, with a decrease of 30.9%, cellulose (-26.4%) and ferro-alloys (-23.7%). What prevented a further drop in exports were basic products, whose sales rose 34.4% in April. The increase was driven by soybeans (+ 73.5%), iron ore (+ 49%) and pork (+ 40.5%).

The main factor responsible for the improvement in the trade balance in April, however, was imports, which totaled US $ 11.611 billion in the month, with a 10.5% decrease in relation to April last year by the criterion of the daily average. Purchases of capital goods (machinery and equipment used in production) fell by 21.9%.

Imports of consumer goods fell by 22.4%. Purchases of intermediate goods decreased 2.3%. With the drop in demand caused by social restrictions imposed during the pandemic, the import of fuels and lubricants fell by 28.3% in the same comparison. The fall in the international price of oil, which in some days in April reached the lowest levels since 2002, was also responsible for the retraction in the imported value.

After the balance of trade balance ended 2019 at $ 46.657 billion, the second highest positive result in history, the market estimates a smaller surplus in 2020, motivated mainly by the pandemic of the new coronavirus. According to the Focus bulletin, a weekly survey of financial institutions released by the Central Bank, market analysts predict a US $ 42 billion surplus for this year.

Source: Agência Brasil

Brasil: Balança comercial tem superávit de US$ 6,702 bilhões em abril

Resultado é o segundo maior da série histórica para o mês

A queda das importações e a estabilidade das exportações fizeram a balança comercial registrar o segundo maior resultado da história para meses de abril. No mês passado, o país exportou US$ 6,702 bilhões a mais do que importou em março, alta de 18,6% em relação ao resultado positivo de US$ 5,653 bilhões de abril de 2019.

Esse foi o segundo melhor resultado da série histórica para o mês, só perdendo para abril de 2017 (US$ 6,963 bilhões). Com o resultado de abril, a balança comercial – diferença entre exportações e importações – acumula superávit de US$ 13,239 bilhões nos quatro primeiros meses de 2019, valor 16,4% inferior ao do mesmo período do ano passado e o mais baixo para o período desde o primeiro quadrimestre de 2016.

No mês passado, as exportações somaram US$ 18,312 bilhões, com leve queda de 0,3% em relação a abril de 2019 pelo critério da média diária. A queda foi puxada pelas vendas de manufaturados, que caíram 34,4% na mesma comparação em meio à pandemia do novo coronavírus. Os destaques foram automóveis de passageiros, com recuo de 81%, autopeças (-59,2%) e máquinas para terraplanagem (-50%).

As exportações de semimanufaturados caíram 4,8% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os destaques foram couros e peles, com retração de 30,9%, celulose (-26,4%) e ferro-ligas (-23,7%). O que impediu uma queda maior nas exportações foram os produtos básicos, cujas vendas subiram 34,4% em abril. A alta foi puxada pela soja em grãos (+73,5%), pelo minério de ferro (+49%) e pela carne suína (+40,5%).

O principal fator responsável pela melhora do saldo comercial em abril, no entanto, foram as importações, que somaram US$ 11,611 bilhões no mês, com retração de 10,5% em relação a abril do ano passado pelo critério da média diária. As compras de bens de capital (máquinas e equipamentos usados na produção) caíram 21,9%.

As importações de bens de consumo caíram 22,4%. As compras de bens intermediários recuaram 2,3%. Com a queda da demanda provocada pelas restrições sociais impostas durante a pandemia, a importação de combustíveis e lubrificantes caíram 28,3% na mesma comparação. A queda do preço internacional do petróleo, que em alguns dias de abril chegou aos menores níveis desde 2002, também foi responsável pela retração no valor importado.

Depois de o saldo da balança comercial ter encerrado 2019 em US$ 46,657 bilhões, o segundo maior resultado positivo da história, o mercado estima menor superávit em 2020, motivado principalmente pela pandemia do novo coronavírus. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado preveem superávit de US$ 42 bilhões para este ano.

Fonte: Agência Brasil