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The Netherlands ranks fourth in IMD’s 2020 World Competitiveness ranking showing strength of small economies.

The Institute for Management Development (IMD) has released its annual World Competitiveness rankings, now in their 32nd year. The Netherlands competitiveness ranks fourth, after Singapore, Denmark and Switzerland. Hong Kong completes the top five. The number of small economies – broadly defined as such by their GDP –  in the top ten is striking. The data, compiled from hard data taken in 2019 and survey responses in early 2020 show a destinctive pattern in this year’s results of the strength of smaller economies. Arturo Bris, Director of the IMD World Competitiveness Center and Professor of Finance, says, The benefit of small economies in the current crisis comes from their ability to fight a pandemic and from their economic competitiveness. In part these may be fed by the fact it is easy to find social consensus.”

The Netherlands climbs two places in ranking

In 2020 the Netherlands rose two places in IMD’s ranking to fourth, compared to sixth place in 2019. The Netherlands scores particularly well on subfactors of International Trade, Employment, Labor Market and Technological Infrastructure. The rise on the ranking  can be explained by significant improvements on scores for labor force long-term growth, exchange rate stability and long-term unemployment, compared to 2019.

This year, new criteria were added to reflect the importance of achieving the UN Sustainable Development Goals (SDG) – the leading global framework for sustainable development up to 2030. The criteria provide a perception of where the economy stands with respect to the different SDGs that need to be satisfied in 10 years, such as education and the environment, inclusion and empowerment, ageing and health. At the SDG summit on 25 September 2015, the Dutch government, amongst the other UN member states, signed a political declaration in which they adopted the goals. By signing the declaration, the Netherlands made a political commitment to achieve the goals by 2030. The Dutch government aims to achieve this in close cooperation with Dutch businesses and civil society organizations.

Key attractiveness indicators of the Netherlands

From a list of 15 indicators, respondents of the Executive Opinion Survey were asked to select 5 that they perceived as the key attractiveness factors of their economy. The chart shows the percentage of responses per indicator from the highest number of responses to the lowest. Respondents found the high educational level, skilled workforce and reliable infrastructure particularly attractive in the Netherlands. A majority of the respondents also praised the stability and predictability of Dutch policy making.

Source: NFIA

Holanda sobe ao topo global no ranking de competitividade do IMD

A Holanda ocupa a quarta posição no ranking de Competitividade Mundial do IMD em 2020, mostrando a força das pequenas economias.

O Institute for Management Development (IMD) lançou seu ranking anual de Competitividade Mundial, agora em seu 32º ano. A competitividade da Holanda ocupa o quarto lugar, depois de Cingapura, Dinamarca e Suíça. Hong Kong completa os cinco primeiros. O resultado apresentado pelas pequenas economias – amplamente definido como tal pelo seu PIB – nas dez primeiras posições é impressionante. Os dados, compilados a partir de dados concretos coletados em 2019 e as respostas da pesquisa no início de 2020, mostram um padrão distintivo nos resultados deste ano da força das economias menores. Arturo Bris, diretor do Centro de Competitividade Mundial do IMD e professor de Finanças, diz: “O benefício das pequenas economias na crise atual vem da capacidade de combater uma pandemia e da competitividade econômica. Em parte, esses fatores podem ser alimentados pelo fato de ser fácil encontrar consenso social”.

A Holanda sobe dois lugares no ranking

Em 2020, a Holanda subiu duas posições no ranking do IMD para a quarta, em comparação com o sexto lugar alcançado em 2019. A Holanda pontua particularmente bem em subfatores de Comércio Internacional, Emprego, Mercado de Trabalho e Infraestrutura Tecnológica. O aumento no ranking pode ser explicado por melhorias significativas nas pontuações de crescimento a longo prazo da força de trabalho, estabilidade da taxa de câmbio e desemprego de longo prazo, em comparação com 2019.

Este ano, novos critérios foram adicionados para refletir a importância de alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS) – a principal estrutura global para o desenvolvimento sustentável até 2030. Os critérios fornecem uma percepção de onde a economia está em relação aos diferentes ODS que precisam ser satisfeitos em 10 anos, como educação e meio ambiente, inclusão e empoderamento, envelhecimento e saúde. Na cúpula dos ODS em 25 de setembro de 2015, o governo holandês, entre os outros estados membros da ONU, assinou uma declaração política na qual adotou as metas. Ao assinar a declaração, os Países Baixos assumiram um compromisso político para atingir as metas até 2030. O governo holandês pretende alcançar isso em estreita cooperação com empresas holandesas e organizações da sociedade civil.

Principais indicadores de atratividade dos Países Baixos

A partir de uma lista de 15 indicadores, os entrevistados da Pesquisa de Opinião Executiva foram convidados a selecionar 5 que consideravam os principais fatores de atratividade de sua economia. O gráfico mostra a porcentagem de respostas por indicador do número mais alto de respostas para o mais baixo. Os entrevistados consideraram o alto nível educacional, a força de trabalho qualificada e a infraestrutura confiável particularmente atraentes na Holanda. A maioria dos entrevistados também elogiou a estabilidade e previsibilidade da formulação de políticas holandesas.

Fonte: NFIA