Photo: Rr Gimenez/Wikimedia Commons (CC BY 3.0 BR)

Confederations of industries of member-countries of Mercosur and Europe asked for urgency for the ratification of the trade agreement between the two blocs. The entities signed last Thursday (26) a joint declaration, in which they defend the implementation of the agreement as soon as possible to create business opportunities and promote sustainable development.

The document was released by the Brazilian National Confederation of Industry (CNI), the Argentine Industrial Union (UIA), the Paraguayan Industrial Union (UIP), the Uruguayan Chamber of Industries (CIU) and Business Europe.

For the entities, the agreement, signed last year, but which depends on the approval of the parliaments of all the countries involved, will bring gains for the industries of both Mercosur and the European Union. South American countries will have access to a developed and highly integrated market in the world economy. European industries will benefit from business opportunities brought about by the opening of Mercosur.

According to the CNI, about 65% of trade between Mercosur and the European Union is subject to tariff or non-tariff barriers. For the Brazilian entity, the gradual liberalization of tariffs will favor exports and bilateral investments, contributing to the growth of both blocks and opening doors for cooperation in areas ranging from climate to health. The organization also believes that the agreement will allow the modernization of Brazil’s export basket, focused on primary products.

Environmental Agenda

The joint declaration highlights that the chapter on sustainable development of the agreement between Mercosur and the European Union is the most advanced among trade agreements in the world. One of the examples cited was the obligation for the parties to effectively implement the Paris Agreement, which aims to control greenhouse gas emissions.

According to CNI, Brazil can set an example on the global sustainability agenda. The country emits almost six times less carbon dioxide than South Korea and almost seven times less than Australia.

Micro and small businesses

Another point that the Brazilian entity considers positive is the opening of access for micro and small companies to the international market. For CNI, the agreement benefits small and medium-sized factories by reducing customs bureaucracy and the requirements for specific tests and certifications.

The joint statement cited, as examples of joint benefits, the removal of high tariffs, access to government procurement markets (when foreign companies win national tenders), trade facilitation rules, the reduction of non-tariff barriers and the protection of a expressive number of geographical indications (products with proven geographical origin) for both sides.

Source: Agência Brasil

Indústrias do Mercosul e da UE pedem urgência para acordo comercial

As confederações das indústrias dos países do Mercosul e da Europa pediram urgência para a ratificação do acordo comercial entre os dois blocos. As entidades assinaram na última quinta-feira (26) declaração conjunta, em que defendem a implementação do acordo o mais rápido possível para criar oportunidades de negócios e promover o desenvolvimento sustentável.

documento foi divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), pela União Industrial Argentina (UIA), pela União Industrial Paraguaia (UIP), pela Câmara de Indústrias do Uruguai (CIU) e pela Business Europe.

Para as entidades, o acordo, firmado no ano passado, mas que depende de aprovação dos parlamentos de todos os países envolvidos, trará ganhos para as indústrias tanto do Mercosul como da União Europeia. Os países sul-americanos terão acesso a um mercado desenvolvido e altamente integrado à economia mundial. As indústrias europeias se beneficiarão por oportunidades de negócios trazidas pela abertura do Mercosul.

De acordo com a CNI, cerca de 65% do comércio entre o Mercosul e a União Europeia está sujeito a barreiras tarifárias ou não tarifárias. Para a entidade brasileira, a liberalização gradual das tarifas favorecerá exportações e investimentos bilaterais, contribuindo para o crescimento dos dois blocos e abrindo portas para cooperações em áreas que vão do clima à saúde. A entidade também acredita que o acordo permitirá modernizar a pauta de exportações do Brasil, concentrada em produtos primários.

Agenda ambiental

A declaração conjunta destaca que o capítulo sobre desenvolvimento sustentável do acordo entre o Mercosul e a União Europeia é o mais avançado entre os acordos comerciais no mundo. Um dos exemplos citados foi a obrigatoriedade de as partes implementarem efetivamente o Acordo de Paris, que pretende controlar as emissões de gases relacionados ao efeito estufa.

Segundo a CNI, o Brasil pode dar um exemplo na agenda global de sustentabilidade. O país emite quase seis vezes menos gás carbônico que a Coreia do Sul e quase sete vezes menos que a Austrália.

Micro e pequenas empresas

Outro ponto que a entidade brasileira considera positivo é a abertura do acesso de micro e pequenas empresas ao mercado internacional. Para a CNI, o acordo beneficia as fábricas de pequeno e de médio porte, ao reduzir a burocracia alfandegária e as exigências de testes e de certificações específicas.

A declaração conjunta citou, como exemplos de benefícios conjuntos, a remoção de tarifas elevadas, o acesso a mercados de compras governamentais (quando empresas estrangeiras vencem licitações nacionais), regras de facilitação do comércio, a redução de barreiras não tarifárias e a proteção de um número expressivo de indicações geográficas (produtos com origem geográfica comprovada) para ambos os lados.

Fonte: Agência Brasil