The Netherlands ranks 4th in the group of countries that are best positioned to recover from the COVID-19 crisis
The World Economic Forum (WEF) published the annual Global Competitive Report on how different countries develop economic recovery and a long-term transformation. According to this report, the Netherlands and the Scandinavian countries show most resilience and are well equipped to weather the storm. China is in fifth place.
The Dutch performance on the road to recovery
In a year that has been dominated by the COVID-19 pandemic, this special edition of the WEF Competitiveness Report considers how countries are handling the pandemic. The report is based on data gathered from 37 countries mapped against 11 priorities. WEF points out that especially countries with advanced digital economies, strong social safety nets and robust healthcare systems, are doing well.
With high scores on almost all priority areas for economic transformation, the Global Competitiveness Report 2020 reveals that the Netherlands is “very well prepared”. The country is even in the top 3 twice when it comes to infrastructure and digital networks and skills and training for the future labor market. In addition, the Netherlands also scores well above average on reliable public institutions (4th place), expansion of the care infrastructure (5th place), and public-private partnerships for future markets (7th place). The country’s reliable public transport and good social facilities are also plus points, according to the report.
Aspects of resilience during a crisis
The 2020 pandemic has been a shock for all countries, and no economy has been untouched by it. However, in this context, it was possible for WEF to identify the features that helped countries better manage the impact of the pandemic. The Global Competitiveness Report indicates four dimensions as particularly important to be resilient in this specific crisis:
- First, countries with advanced digital economies. For instance, countries that could leverage flexible work arrangements (Netherlands, Switzerland and Estonia) and those where digital skills are most widespread, could partially adjust by increasing the digitalization of their economic activity.
- Second, safety nets and financial soundness. Multiple segments of the economy had to cope with full lockdowns or reduced business activity. The countries that already had in place strong safety nets, were better placed to recover livelihoods.
- Third, governance and planning. Countries coordinating the health measures with fiscal and social policies, have been relatively more successful mitigating the crisis effects.
- Lastly, countries with experiences with previous epidemics, have built up better protocols and technological systems. Those nations were better able to isolate the epidemic than others.
About the WEF Global Competitiveness Report
Every year WEF releases its benchmark Global Competitiveness Report that looks at 98 indicators to determine the overall ranking. Each indicator signifies how close an economy is to the ideal state or “frontier” of competitiveness. In 2019, the Netherlands was ranked the most competitive economy in Europe for the first time. Worldwide, only Singapore, the United States and Hong Kong were ahead of the Netherlands.
This special edition of the Global Competitiveness Report combines historical data, unique indicators, and the results of expert discussions. It highlights priorities to not only re-boot growth, but also to set a new direction that will deliver sustainable and inclusive success in the years to come.
In 2021, the report will revert to a benchmarking exercise, which will provide a new compass for the future direction of economic growth.
Source: NFIA
Holanda no topo do Relatório de Competitividade Global 2020 do WEF
A Holanda ocupa a 4ª posição no grupo de países mais bem posicionados para se recuperar da crise COVID-19
O Fórum Econômico Mundial (WEF) publicou o Relatório de Competitividade Global anual sobre como os diferentes países tem trabalhado a recuperação econômica e uma transformação de longo prazo. De acordo com este relatório, a Holanda e os países escandinavos mostram maior resiliência e estão bem equipados para resistir à crise. A China está em quinto lugar.
O desempenho holandês rumo à recuperação
Em um ano dominado pela pandemia COVID-19, esta edição especial do Relatório de Competitividade do WEF considera como os países estão lidando com a pandemia. O relatório é baseado em dados coletados de 37 países mapeados em 11 prioridades. O WEF aponta que especialmente os países com economias digitais avançadas, fortes redes de segurança social e sistemas robustos de saúde estão indo bem.
Com altas pontuações em quase todas as áreas prioritárias para a transformação econômica, o Relatório de Competitividade Global 2020 revela que a Holanda está “muito bem preparada”. O país está ainda entre os 3 primeiros por duas vezes, nos quesitos relacionados à infraestrutura e redes digitais e competências e formação para o futuro mercado de trabalho. Além disso, os Países Baixos também pontuam bem acima da média em instituições públicas confiáveis (4º lugar), expansão da infraestrutura de cuidados (5º lugar) e parcerias público-privadas para mercados futuros (7º lugar). O transporte público confiável e as boas instalações sociais do país também são pontos positivos, de acordo com o relatório.
Aspectos de resiliência durante uma crise
A pandemia de 2020 foi um choque para todos os países, e nenhuma economia ficou intocada por ela. No entanto, neste contexto, foi possível para o WEF identificar os recursos que ajudaram os países a gerenciar melhor o impacto da pandemia. O Relatório de Competitividade Global indica quatro dimensões como particularmente importantes para ser resiliente nesta crise específica:
- Primeiro, países com economias digitais avançadas. Por exemplo, os países que tem capacidade de alavancar acordos de trabalho flexíveis (Holanda, Suíça e Estônia) e aqueles onde as habilidades digitais são mais difundidas, poderiam se ajustar parcialmente aumentando a digitalização de sua atividade econômica.
- Em segundo lugar, redes de segurança e solidez financeira. Vários segmentos da economia tiveram que lidar com bloqueios totais ou atividade comercial reduzida. Os países que já tinham redes de segurança fortes estavam em melhor posição para recuperar seus meios de subsistência.
- Terceiro, governança e planejamento. Os países que coordenam as medidas de saúde com as políticas fiscais e sociais têm sido relativamente mais bem-sucedidos em mitigar os efeitos da crise.
- Por último, os países com experiências de epidemias anteriores têm construído melhores protocolos e sistemas tecnológicos. Essas nações conseguiram isolar melhor a epidemia do que outras.
Sobre o Relatório de Competitividade Global do WEF
Todos os anos, o WEF lança seu Relatório de Competitividade Global de referência que analisa 98 indicadores para determinar a classificação geral. Cada indicador significa o quão próxima uma economia está do estado ideal ou “fronteira” de competitividade. Em 2019, a Holanda foi classificada pela primeira vez como a economia mais competitiva da Europa. No mundo todo, apenas Cingapura, Estados Unidos e Hong Kong ficaram à frente da Holanda.
Esta edição especial do Relatório de Competitividade Global combina dados históricos, indicadores exclusivos e os resultados de discussões de especialistas. Ele destaca as prioridades não apenas para reiniciar o crescimento, mas também para definir uma nova direção que proporcionará sucesso sustentável e inclusivo nos próximos anos.
Em 2021, o relatório voltará a ser uma ferramenta de benchmarking, que fornecerá uma nova bússola para a direção futura do crescimento econômico.
Fonte: NFIA












