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The coronavirus pandemic has accelerated the demand for technologies related to the Industry 4.0, such as the capture and use of data in real time, artificial intelligence and the internet of things, which connects machines, equipment and management systems.

The diagnosis of these advances and a map to accelerate the use of innovations is in the unprecedented report Industry 4.0: Covid-19 Mode. The report provides an analysis of the trends, technologies, startups and activities that define Industry 4.0 related to Covid-19.

The document was presented at the beginning of the month by the Brazilian National Confederation of Industry (CNI) and by the open innovation company SOSA, during the last edition of the Dialogues for Business Mobilization for Innovation (MEI) – group created and coordinated by CNI, which brings together more than 200 of the country’s main business leaders.

“Now is the time to invest in optimizing the use of limited resources in all production operations. Advances in intelligent sensors and data analysis technologies are ushering in a new era of industrial efficiency. More than ever, it’s time to innovate!”, Explains CNI’s innovation director, Gianna Sagazio.

To help Brazilian industries move forward with the adoption of 4.0 technologies, the CNI-SOSA report maps 50 startups that, together with manufacturers from different segments, developed solutions in areas such as infection prevention, automation and optimization, supply chain and operational resilience.

These are technologies that can, for example, help keep workers healthy and safe in the short term and contribute to maintaining operations during disruptions related to the pandemic.

The invitation is for Brazilian industries to adopt open innovation as a complementary strategy. In this process, in addition to developing solutions with their own teams, within their factories, it is also possible for companies to associate with startups, universities and research centers to design specific, personalized solutions, in a more agile, more focused way, and with less resources.

By identifying fronts of innovation accelerated by the pandemic for industries, the report shows how the so-called “new normal” requires the industry to embrace the 4.0 concept and incorporate digital technologies, especially to ensure productivity in times of more complex social and logistical distance.

One of the first measures is to protect workers. With advanced health systems, capable of detecting the symptoms of Covid-19 among workers and others that capture data in real time on shop floor activities and operations.

The information can be used both to flag inappropriate personal protective equipment (PPE) and monitor compliance with social distance guidelines, and to discover insights to optimize production operations.

Other applications adopted by industries are technologies such as cutting edge artificially intelligent computing, autonomous inspection systems, 3D printers and industrial robotics that increase the limited workforce and guarantee productivity in adverse times.

Investment in innovation

In the last decades, CNI has been striving to strengthen the country’s innovation and technology ecosystem. In this sense, it develops initiatives such as MEI, created in 2008, the Industry Innovation Platform, in addition to the work of the National Service for Industrial Learning (SENAI) and the Social Service of Industry (SESI), through its network of innovation and technology institutes and centers.

More recently, a partnership was established with SOSA – a global open innovation company – with the aim of integrating Brazilian industry and startups with the most advanced ecosystems of global technological innovation. CNI and SOSA understand that corporations are increasingly looking outside and engaging startups as a means of innovating to survive.

Innovation in Brazil

Although the concept and demands of Industry 4.0 emerged before Covid-19, most Brazilian companies have not yet moved towards a new form of production focused on interconnectivity, automation, artificial intelligence and data-based decision making. .

This is what the results of the CNI-SOSA Survey on innovation and pandemic, conducted in June, show. The survey found that 78% of the country’s industries do not practice innovation and 88% have never worked with startups.

However, 67% of the companies consulted stated that they were interested in participating in a global open innovation program, indicating that they are aware of the relevance of innovation for business survival and as a gateway to the 4th Industrial Revolution, considering an increasingly disruptive and, at the same time, uncertain.

Source: CNI News Agency

Brasil: Covid-19 exige capacitação de inovação e acelera tecnologias da indústria 4.0

A pandemia de coronavírus acelerou a demanda por tecnologias da indústria 4.0, como a captação e o uso de dados em tempo real, inteligência artificial e a internet das coisas, que conecta máquinas, equipamentos e sistemas de gestão.

O diagnóstico desses avanços e um mapa para acelerar o uso de inovações está no relatório inédito Indústria 4.0: Modo Covid-19. O relatório traz uma análise das tendências, tecnologias, startups e atividades que definem a Indústria 4.0 relacionada à Covid-19.

O documento foi apresentado no início do mês pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela empresa de inovação aberta SOSA, durante a última edição do Diálogos da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) – grupo criado e coordenado pela CNI, que reúne mais de 200 das principais lideranças empresariais do país. 

“Agora é a hora de investir na otimização do uso de recursos limitados em todas as operações de produção. Os avanços em sensores inteligentes e tecnologias de análise de dados estão inaugurando uma nova era de eficiência industrial. Mais do que nunca, é hora de inovar!”, explica a diretora de inovação da CNI, Gianna Sagazio.

Para ajudar as indústrias brasileiras a avançar na adoção de tecnologias 4.0, o relatório CNI-SOSA mapeia 50 startups que, juntamente com manufaturas de diversos segmentos, desenvolveram soluções em áreas como prevenção de infecções, automação e otimização, cadeia de suprimentos e resiliência operacional.

São tecnologias que podem, por exemplo, ajudar a manter os trabalhadores saudáveis e seguros a curto prazo e contribuir para a manutenção das operações durante interrupções relacionadas à pandemia. 

O convite é para que as indústrias brasileiras passem a adotar a inovação aberta como estratégia complementar. Nesse processo, além de desenvolver soluções com equipes próprias, dentro de suas fábricas, também é possível que as empresas se associem a startups, universidades e centros de pesquisa para desenhar soluções específicas, personalizadas, de forma mais ágil, mais focada e com menos recursos.

Ao identificar frentes de inovação aceleradas pela pandemia para as indústrias, o relatório mostra como o chamado “novo normal” exige que a indústria abrace o conceito 4.0 e incorpore tecnologias digitais, sobretudo para garantir a produtividade em tempos de distanciamento social e logísticas mais complexas.

Uma das primeiras medidas é proteger os trabalhadores. Com sistemas avançados de saúde, capazes de detectar os sintomas da Covid-19 entre os trabalhadores e outros que capturam dados em tempo real nas atividades e operações de chão de fábrica.

As informações podem ser utilizadas tanto para sinalizar equipamento de proteção individual (EPI) impróprio e monitorar a conformidade com as diretrizes de distanciamento social, quanto para descobrir insights para otimizar as operações de produção.

Outras aplicações adotadas pelas indústrias são tecnologias como computação de ponta artificialmente inteligente, sistemas de inspeção autônomos, impressoras 3D e robótica industrial que aumentam a força de trabalho limitada e garantem a produtividade em tempos adversos.

Investimento em inovação

Nas últimas décadas, a CNI tem se empenhado para o fortalecimento do ecossistema de inovação e tecnologia no país. Nesse sentido, desenvolve iniciativas como a MEI, criada em 2008, a Plataforma Inovação para a Indústria (antigo Edital de Inovação para a Indústria), além da própria atuação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e do Serviço Social da Indústria (SESI), por meio de sua rede de institutos e centros de inovação e tecnologia.

Mais recentemente, foi estabelecida uma parceria com o SOSA – empresa global de inovação aberta –, com o objetivo de integrar a indústria e as startups brasileiras aos mais avançados ecossistemas de inovação tecnológica global. CNI e SOSA entendem que as corporações estão cada vez mais olhando para fora e engajando as startups como um meio de inovar para sobreviver.

Inovação no Brasil

Embora o conceito e as demandas da Indústria 4.0 tenham surgido antes da Covid-19, a maior parte das empresas brasileiras ainda não caminharam rumo à nova forma de produção focada na interconectividade, na automação, na inteligência artificial e na tomada de decisão baseada em dados.

Isso é o que mostram os resultados da Pesquisa CNI-SOSA sobre inovação e pandemia, realizada em junho. O levantamento constatou que 78% das indústrias do país não praticam inovação e 88% nunca trabalharam com startups.

Contudo, 67% das empresas consultadas afirmaram ter interesse em participar de um programa global de inovação aberta, indicando que elas têm consciência da relevância da inovação para a sobrevivência dos negócios e como porta de entrada na 4ª Revolução Industrial, considerando um cenário cada vez mais disruptivo e, ao mesmo tempo, incerto.

Fonte: Agência CNI de Notícias