During the launch of the 2021 International Industry Agenda, representatives from the Brazilian industry, the federal government and the National Congress supported the implementation of actions that contribute to the recovery of foreign trade. Among them is the opening up of trade through balanced agreements and the deepening of Mercosur’s economic agenda.
The document, launched by the National Confederation of Industry (CNI) at the end of March in a virtual event, gathers 111 actions distributed in four areas of activity: commercial policy; internationalization support services; actions in strategic markets, and international cooperation.
CNI’s Industrial Development superintendent, João Emilio Gonçalves, stated that the scenario is a fall in foreign trade, which requires a series of coordinated actions to increase the industry’s competitiveness.
“The agenda presents several work fronts, from trade agreements, through the competitiveness of trade to compliance with fair rules in this area,” said the superintendent. “I emphasize that the CNI has historically been an advocate for trade openness through important agreements for the development of our country,” he said.
The director of Institutional Relations at CNI, Monica Messemberg, pointed out that the recovery of the economy’s competitiveness and the development of the industry necessarily pass through the integration of Brazil to the rest of the world.
“The scope of the agenda is a determining factor. Competitive trade will be achieved by an agenda that impacts different media,” she said.
Agreement between Mercosur and the European Union is one of the priorities on the agenda
The International Integration Policy manager at CNI, Fabrizio Sardelli Panzini, presented data showing the drop in exports of industrialized products over the last decade. To get an idea, in values, it went from US$ 128.3 billion to US$ 90.1 billion a year from 2011 to 2020.
In the opinion of Panzini, the international context, along with problems related to Custo Brasil (the so-called “Brazil cost”), removed the quality of the insertion of Brazilian products abroad.
“That is why, among our priorities, is the internalization of the agreement between Mercosur and the European Union. We also need to move forward so that Brazil takes steps to join the OECD and we need to change the profit legislation of our multinationals abroad”, said the manager.
Source: CNI News Agency
Brasil: Agenda Internacional da Indústria reúne ações para impulsionar o comércio exterior
Durante o lançamento da Agenda Internacional da Indústria 2021, representantes da indústria, do governo federal e do Congresso Nacional defenderam a implementação de ações que contribuam para a recuperação do comércio exterior. Entre elas está a abertura comercial por meio de acordos equilibrados e do aprofundamento da agenda econômica do Mercosul.
O documento, lançado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) no final de março em evento virtual, reúne 111 ações distribuídas em quatro eixos de atuação: política comercial; serviços de apoio à internacionalização; ações em mercados estratégicos, e cooperação internacional.
O superintendente de Desenvolvimento Industrial da CNI, João Emilio Gonçalves, afirmou que o cenário é de queda no comércio exterior, o que demanda uma série de ações coordenadas para aumentar a competitividade da indústria.
“A agenda apresenta várias frentes de trabalho, desde acordos comerciais, passando pela competitividade do comércio até o cumprimento de regras justas nessa área”, disse o superintendente. “Enfatizo que a CNI é historicamente defensora da abertura comercial por meio de acordos importantes para o desenvolvimento do nosso país”, ressaltou.
A diretora de Relações Institucionais da CNI, Monica Messemberg, destacou que a recuperação da competitividade da economia e o desenvolvimento da indústria passam, necessariamente, pela integração do Brasil ao resto do mundo.
“A abrangência da agenda é algo determinante. Um comércio competitivo será alcançado por uma agenda que impacta diversos meios”, afirmou.
Acordo entre Mercosul e União Europeia é uma das prioridades da agenda
O gerente de Políticas de Integração Internacional da CNI, Fabrizio Sardelli Panzini, apresentou dados que mostram a queda nas exportações de industrializados ao longo da última década. Para se ter ideia, em valores, ela passou de US$ 128,3 bilhões para US$ 90,1 bilhões ao ano de 2011 para 2020.
Na avaliação de Panzini, o contexto internacional, ao lado de problemas relacionados ao Custo Brasil, retirou a qualidade da inserção dos produtos brasileiros no exterior.
“Por isso, entre as nossas prioridades, está a internalização do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Também precisamos avançar para que o Brasil dê passos para entrar na OCDE e precisamos mudar a legislação de lucros das nossas multinacionais no exterior”, disse o gerente.
Fonte: Agência CNI de Notícias












