In the first eight months of 2020, the value of Dutch goods exports was 35 billion euros higher than goods imports. This trade surplus is virtually equal to one year previously. At 586 billion euros, the volume of goods trade was 9 percent down on the previous year. The smaller trade volume is partly due to the coronavirus crisis. This is evident from provisional figures on Dutch goods trade, released by Statistics Netherlands (CBS).
In the period January through August 2020, Dutch importers purchased 275.5 billion euros worth of goods from abroad, 9.4 percent less than twelve months previously. At the same time, goods exports declined by 8.4 percent to 310.6 billion euros, resulting in a virtually unchanged trade balance.
Reduced trade deficit on petroleum and natural gas
The Netherlands is a net importer of mineral fuels such as petroleum and natural gas. As an importer and exporter of these fuels, it faced lower demand and lower trading prices from January to August. As a result, the trade deficit on mineral fuels was over 3 billion euros more favourable compared to the same period in 2019. The trade balance was given a positive boost by increased exports of medical goods. Exports of chemical products were up while imports were down, allowing the trade in chemical products to generate over 19 billion euros, 500 million euros more than one year previously.
Trade surplus mainly with EU countries
In the months January to August 2020, the trade surplus with countries in the European Union (excluding the United Kingdom) stood at 61.8 billion euros. This is a year-on-year decline of 6.8 billion euros (10 percent). Trade with Germany was the most profitable. The trade surplus with Germany amounted to 21.8 billion euros in the first eight months, 2.7 billion euros down on the previous year. Despite a drop in imports of more than 4 billion euros, Germany’s share in Dutch imports rose to 17.5 percent (+0.3 percentage points). Exports of petroleum and natural gas to Germany fell by 5.2 billion euros over this period. Germany’s share in Dutch exports remained stable at approximately 22.5 percent.
Trade deficit mainly outside the EU
The Netherlands imports far more goods from than it exports to non-EU countries. The trade deficit with these countries stood at 26.7 billion euros from January to August, 6.8 billion euros down on the same period last year. The Netherlands has the largest trade deficit with China, namely 19.6 billion euros. This is over 300 million euros less than in January-August 2019. This is due to the fact that exports were up by more than 1.1 billion euros and imports by more than 800 million euros. The second largest trade deficit is with the United States, remaining stable at 6.4 billion euros.
The trade deficit with Russia saw the strongest decline. In the period January through August 2019, the Netherlands still had a trade deficit of 7.4 billion euros with Russia. Due to lower imports of petroleum and natural gas, it stood at 2.1 billion euros in 2020. Russia’s share in Dutch imports fell from 3.7 percent to 2.2 percent. Of the eight countries with which the Netherlands has the largest trade deficit, seven are not members of the EU.
Source: Statistics Netherlands
Holanda: Superávit comercial permanece estável apesar da COVID-19
Nos primeiros oito meses de 2020, o valor das exportações de mercadorias holandesas foi 35 bilhões de euros superior ao das importações. Esse superávit comercial é praticamente igual ao registrado no último ano. Com 586 bilhões de euros, o volume do comércio de mercadorias caiu 9% em relação ao ano anterior. O menor volume de comércio se deve em parte à crise do coronavírus. Isso é evidente a partir de números provisórios sobre o comércio de mercadorias, divulgados pela Statistics Netherlands (CBS).
No período de janeiro a agosto de 2020, importadores holandeses compraram 275,5 bilhões de euros em mercadorias do exterior, 9,4 por cento menos do que doze meses antes. Ao mesmo tempo, as exportações de bens diminuíram 8,4 por cento para 310,6 bilhões de euros, resultando em uma balança comercial praticamente inalterada.
Redução do déficit comercial de petróleo e gás natural
A Holanda é um importador líquido de combustíveis minerais, como petróleo e gás natural. Como importador e exportador desses combustíveis, enfrentou menor demanda e menores preços de comercialização de janeiro a agosto. Como resultado, o déficit comercial em combustíveis minerais foi superior a 3 bilhões de euros, mais favorável em comparação com o mesmo período de 2019. A balança comercial foi impulsionada positivamente pelo aumento das exportações de produtos médicos. As exportações de produtos químicos aumentaram e as importações diminuíram, o que permitiu ao comércio de produtos químicos gerar mais de 19 bilhões de euros, 500 milhões de euros a mais que no ano anterior.
Superávit comercial principalmente com países da UE
Nos meses de janeiro a agosto de 2020, o superávit comercial com os países da União Europeia (excluindo Reino Unido) foi de 61,8 bilhões de euros. Este é um declínio anual de 6,8 bilhões de euros (10 por cento). O comércio com a Alemanha foi o mais lucrativo. O superávit comercial com a Alemanha somou 21,8 bilhões de euros nos primeiros oito meses, 2,7 bilhões de euros abaixo do ano anterior. Apesar de uma queda nas importações de mais de 4 bilhões de euros, a participação da Alemanha nas importações holandesas aumentou para 17,5 por cento (+0,3 pontos percentuais). As exportações de petróleo e gás natural para a Alemanha caíram 5,2 bilhões de euros neste período. A participação da Alemanha nas exportações holandesas permaneceu estável em aproximadamente 22,5 por cento.
Déficit comercial principalmente fora da UE
A Holanda importa muito mais mercadorias do que exporta para países fora da União Europeia. O déficit comercial com esses países foi de 26,7 bilhões de euros de janeiro a agosto, 6,8 bilhões de euros abaixo do mesmo período do ano passado. A Holanda tem o maior déficit comercial com a China, de 19,6 bilhões de euros. Este resultado representa um valor superior a 300 milhões de euros a menos que em janeiro-agosto de 2019. Tal deve-se ao fato de as exportações terem aumentado mais de 1,1 bilhões de euros e as importações mais de 800 milhões de euros. O segundo maior déficit comercial é com os Estados Unidos, permanecendo estável em 6,4 bilhões de euros.
O déficit comercial com a Rússia teve o declínio mais forte. No período de janeiro a agosto de 2019, a Holanda ainda teve um déficit comercial de 7,4 bilhões de euros com a Rússia. Devido à redução das importações de petróleo e gás natural, ficou em 2,1 bilhões de euros em 2020. A participação da Rússia nas importações holandesas caiu de 3,7 por cento para 2,2 por cento. Dos oito países com os quais a Holanda tem o maior déficit comercial, sete não são membros da UE.
Fonte: Statistics Netherlands












