Photo: Pxhere

Partnerships between companies and startups, universities and research institutions are more and more frequent. This union, when made for the purpose of innovating, is known as open innovation. The concept was created in 2003 by researcher Henry Chesbrough to describe the sharing of a company’s internal resources and knowledge to external collaborators, with the aim of accelerating the innovation process.

Open innovation has been a reality for two decades in more innovative countries, such as the United States, Israel and Germany, where most universities have departments dedicated to collaboration with companies and technology transfer. In Brazil, open innovation is no longer new in the market, but the cases of partnerships for innovations in processes and products are still timid, more often in large companies.

According to the Innovation Director of the National Industry Confederation (CNI), Gianna Sagazio, open innovation will be increasingly important for companies to innovate in Brazil and in the world, especially in the midst of the crisis generated by the coronavirus and in the post- pandemic. She believes that partnerships are essential in this period when innovating quickly has become an essential factor for the survival of companies.

“THE OPEN INNOVATION JOURNEY IS LONG AND RISKY, BUT WHEN WELL PLANNED IT RESULTS IN FUNDAMENTAL ECONOMIC AND STRATEGIC RETURNS FOR THE SUSTAINABILITY OF THE COMPANY IN THE LONG TERM”, affirms the director of CNI.

According to her, startups have a fundamental role in accelerating innovation in the country. “It is clear that corporate innovation carried out in conjunction with startups is a viable alternative for rapid innovation and with lower associated risks,” he adds.

In order to stimulate open innovation and the innovation agenda in Brazil, CNI signed a partnership, announced last July 1st, with SOSA. The Israeli company has developed one of the main open innovation platforms in the world, which today brings together more than 15,000 startups ready to generate solutions for companies and investors worldwide.

Based in Israel, one of the most innovative countries in the world, SOSA has innovation hubs in strategic markets, such as New York and London. The partnership seeks to bring the Brazilian industry closer to startups in the most innovative ecosystems in the world and to accelerate business innovation. National startups can also access the platform and take their ideas to the world.

Source: CNI News Agency

Brasil: Empresas apostam em inovação aberta como estratégia competitiva

As parcerias entre empresas e startups, universidades e instituições de pesquisa são cada vez mais frequentes. Essa união, quando feita com a finalidade de inovar, é conhecida como inovação aberta. O conceito foi criado em 2003 pelo pesquisador Henry Chesbrough para descrever o compartilhamento de recursos e de conhecimentos internos de uma empresa a colaboradores externos, com o objetivo de acelerar o processo de inovação.

A inovação aberta já é realidade há duas décadas em países mais inovadores, como Estados Unidos, Israel e Alemanha, onde grande parte das universidades mantém departamentos dedicados a colaboração com empresas e transferência de tecnologia. No Brasil, a inovação aberta não é mais novidade no mercado, mas os casos de parcerias para inovações em processos e produtos ainda são tímidos, com mais frequência em grandes empresas.

De acordo com a diretora de Inovação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Gianna Sagazio, a inovação aberta será cada vez mais importante para as empresas inovarem no Brasil e no mundo, especialmente em meio à crise gerada pelo coronavírus e no momento pós-pandemia. Ela considera que as parcerias se mostram imprescindíveis neste período em que inovar com celeridade se tornou fator essencial para a sobrevivência de empresas.

“A jornada da inovação aberta é longa e arriscada, mas quando bem planejada resulta em retornos econômicos e estratégicos fundamentais para a sustentabilidade da empresa no longo prazo”, afirma a diretora da CNI.

Segundo ela, as startups têm um papel fundamental para a aceleração da inovação no país. “Está claro que a inovação corporativa realizada em conjunto com startups é uma alternativa viável de inovação rápida e com menores riscos associados ”, completa.

A fim de estimular a inovação aberta e a agenda de inovação no Brasil, a CNI firmou parceria, anunciada no último dia 1º de julho, com o SOSA. A empresa israelense desenvolveu uma das principais plataformas de inovação aberta no mundo, que hoje reúne mais de 15 mil startups prontas para gerar soluções para empresas e investidores em todo o mundo.

Com sede em Israel, um dos países mais inovadores do mundo, o SOSA conta com hubs de inovação em mercados estratégicos, como Nova Iorque e Londres. A parceria busca aproximar a indústria brasileira das startups nos ecossistemas mais inovadores do mundo e acelerar a inovação empresarial. As startups nacionais também podem acessar a plataforma e levar suas ideias para o mundo.

Fonte: Agência CNI de Notícias